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sexta-feira, 28 de março de 2014

Sindicato e CTB constroem saídas para evitar demissões
 Negociações para salvar o maior número de empregos continuamNegociações para salvar o maior número de empregos continuam
 O Sindicato dos Metalúrgicos Filiado à CTB Chapa 1, em reunião com a FORD ontem (26), construiu mais uma saída para evitar as 460 demissões. A Ford e Autopeças tentam fazer demissões em massa, penalizando assim os trabalhadores por sua incompetência e joguete comercial.

"O Sindicato vem desde o início do anúncio desse absurdo brigando para manter os empregos e não aceitando essa posição da Ford de fazer demissões em massa. Nas reuniões ficaram acordados entre os presentes que das 460 demissões, 60 trabalhadores foram alocados para a fábrica de motores, restando para Ford 400 demissões. Ontem conseguimos conquistar mais 80 transferências de trabalhadores, reduzindo esse número maligno da Ford para 320 demissões. Ainda assim estamos lutando para evitá-las", afirma Júlio Bonfim, Presidente do Stim.

"A luta não acabou e vamos continuar brigando para manter a empregabilidade dos baianos e, especialmente, dos trabalhadores de Camaçari. Outras rodadas de negociação estão agendadas. Pedimos a todos que estejamos juntos nessa luta e volto afirmar: havendo 320 demissões vai ter paralisação, isso eu e toda direção podemos garantir", finaliza Júlio.

FitMetal

quinta-feira, 27 de março de 2014

Metalúrgicos e militantes do movimento negro comemoram o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
As questões do movimento antirracismo foram o foco principal do encontro.
 
Metalúrgicos e militantes do movimento negro participaram do encontro que comemorou o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, no dia 21 de março, em Camaçari.

Durante o encontro, organizado pela Fetim-BA e a Secretaria de Combate ao Racismo da CTB, foram debatidos o fim do assédio moral, opressão, intolerância religiosa, violência contra mulher, não ao extermínio da juventude, implementação de políticas públicas para correção das desigualdades no mercado de trabalho e por um país mais igual e justo.

Maria Thereza, delegada titutar da Delegacia de Homicídios de Camaçari, e Roque Assunção, advogado e fundador da UNEGRO, atenderam ao convite e fizeram palestras sobre temas voltados para o movimento antirracismo.

Ao final, os participantes elaboraram uma pauta aprovada pelo plenário a ser apresentado ao executivo da Fetim-BA e executivo dos sindicatos de base.

Para Sandra Regina, secretaria da Mulher metalúrgica e Everaldo Vieira, secretário de combate á discriminação da categoria na Bahia, o momento foi oportuno e rico por conta da possibilidade de debater e dialogar com a categoria sobre a importância e necessidades de fortalecimento do tema e de bandeiras importantes na questão de Gênero e raça e políticas sociais.

CTB-MG promove 1º Encontro Estadual de Mulheres nesta 5ª feira

ctb minas convite mulheres peq
Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a CTB Minas Gerais prepara o 1º Encontro Estadual das Mulheres Trabalhadoras.
O Encontro será realizado na próxima quinta-feira (27), no Sindicato dos Vigilantes, de 8h às 18 horas e pretende reunir dezenas de participantes de diversas categorias de sindicatos filiados.
Na programação estão incluídas mesas de debate, apresentação teatral e, ao final, os(as) participantes farão uma caminhada até a Casa dos Direitos Humanos.
Entre os debates propostos estão temas como a saúde da mulher, a mulher no mundo do trabalho, a luta pela emancipação feminina e a participação da mulher na política.
Confira abaixo a programação:
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quarta-feira, 26 de março de 2014

“A rotatividade no trabalho é um terrível mal”, diz Joílson Cardoso
Vice-presidente da CTB analisa dos dados do Dieese e do MTE sobre a questão e conclui: rotatividade sempre é acompanhada de injustiça
 A rotatividade no mercado de trabalho brasileiro cresceu de 52% em 2003 para 64% em 2012 - quando levado em consideração um período de um ano na empresa. O Brasil apresenta um comportamento “sui generis” no tema, sobretudo tendo em mente os elevados patamares alcançados, especialmente nos setores de serviços (60%), comércio (64%), agricultura (92%), construção civil (115%) e em alguns ramos da indústria de transformação (53%).
Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e foram divulgados no 1º Seminário sobre Rotatividade no Mercado de Trabalho, realizado nos dias 11 e 12 de março, em Brasília (DF).

Joílson Cardoso, vice-presidente da CTB, considera a rotatividade do Brasil um “terrível mal, tão ruim quanto a estagnação do emprego”. Para o dirigente, é preciso trazer à tona as divergências existentes entre o movimento sindical e o empresariado. “O que vemos sempre é uma reestruturação administrativa e tecnológica do empresariado, sem qualquer tipo de resposta social quando ocorrem demissões. Não se pode pensar apenas no lucro, mas também nas consequências sociais de suas decisões”, ponderou.

Qualificação e preconceitos
Para Joílson Cardoso, o atual sistema de empregos no Brasil não se sustenta com um nível de rotatividade tão elevado, mesmo em um cenário com pouco desemprego como o atual.
O dirigente atacou a ideia de que falta mão de obra qualificada em determinados setores, conforme atestam muitos empresários. “Existe muita dispensa de mão de obra qualificada. Os empresários, no entanto, dizem que falta gente qualificada. O que ocorre em muitos casos é a mera troca por mão de obra mais barata”. Para ele, outro grave problema diz respeito a algumas minorias. “A rotatividade vem sempre acompanhada de injustiças muito grandes, especialmente com uma carga de descriminação, pois os negros e as mulheres são os mais afetados”.
O que a CTB defende
Joílson Cardoso destacou um número importante nessa discussão: 50% dos cerca de 46 milhões de empregos formais existentes no Brasil são remunerados com valores inferiores a dois salários mínimos.
Diante desse cenário, a CTB defende algumas ações políticas estruturais: mais e melhores empregos, redução da jornada para 40 horas semanais (pois além de gerar empregos acaba por melhorar a qualidade dos existentes) e a defesa da Convenção 158 da OIT, que trata de demissões imotivadas.
Para a CTB, também é importante que o movimento sindical e o governo federal tratem de alguns temas relevantes, como o fim da intermediação da mão de obra, investimentos maciços em qualificação profissional vinculada ao desenvolvimento regional e também na valorização do seguro-desemprego – “cujo valor é muito baixo no Brasil, certamente um dos menores do mundo”, segundo o vice-presidente da CTB.
Com informações do Portal CTB

terça-feira, 25 de março de 2014

8ª Marcha da Classe Trabalhadora acontece no próximo dia 9, em São Paulo
“O ato vai simbolizar a classe trabalhadora cobrando mais uma vez suas demandas”, anuncia Marcelino da Rocha, presidente da Fitmetal
O ato nacional será em São Paulo e sairá da Praça da Sé, às 10 horas, do dia 9 de abril, seguindo em passeata até o vão livre do Masp, na Avenida Paulista. A atividade será promovida também em diversas cidades brasileiras pelas centrais estaduais.

A marcha está entre as reivindicações da “Agenda da Classe Trabalhadora”, que reúne as propostas para desenvolver o país com soberania, democracia e valorização do trabalho, em um ano repleto de eventos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições gerais no país.
Para Marcelino da Rocha, presidente da Fitmetal, a participação dos operários é muito importante: “Esse ano, em especial, é significativo para reiterar que a classe trabalhadora brasileira tem pautas e prioridades. O ato do dia 9 vai simbolizar isso, a classe trabalhadora cobrando mais uma vez suas demandas”, destaca.

As bandeiras reivindicadas pela Fitmetal se somam às estabelecidas pelas Centrais Sindicais. Entre os temas estão a luta pelo fim do fator previdenciário, contra a PL 4330 (que escancara a terceirização do trabalho), pela redução da jornada de trabalho, redução de juros visando mais investimento na produção, principalmente no setor industrial brasileiro, e a reforma agrária
“A expectativa é reunir cerca de 60 mil trabalhadores neste ato nacional, que acontece em São Paulo, mas as estaduais devem organizar atividades semelhantes em diversas cidades país afora”, comenta Onofre Gonçalves, presidente da CTB-SP.

CTB participa de debate no Senado sobre direito de greve do servidor

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O secretário do Trabalhador do Serviço Público da CTB, João Paulo Ribeiro, participa na manhã desta segunda-feira (24) de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), do Senado Federal, sobre o direito de greve no serviço público.
No debate são tratados o PLS 287/2013, de autoria da própria CDH e fruto de uma sugestão apresentada pelo Fórum Permanente de Carreiras Típicas de Estado, e o PLS 710/2011, apresentado pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).
Entre os debatedores, além de representantes de categorias de servidores públicos e das centrais sindicais, devem participar da audiência representantes dos ministérios do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e do Trabalho e Emprego (MTE).

sexta-feira, 21 de março de 2014

CTB adere ao Vale-Cultura e convida sindicatos a fazerem o mesmo

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A CTB adere ao Vale-Cultura e possibilita aos seus funcionários acesso às atividades culturais mais diversas. Convida também aos sindicatos afiliados a aderirem a esse importante programa de valorização da cultura nacional. O objetivo do Vale-Cultura é atingir rapidamente 42 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. No valor de 50 reais mensais para possibilitar ir ao teatro, cinema, museus, espetáculos, shows, circo ou mesmo comprar ou alugar CDs, DVDs, livros, revistas e jornais, entre outros atrativos. A lei dá direito de o trabalhador acumular esse valor e gastar quando e como julgar conveniente, desde que seja em cultura.
Sancionado pela presidenta Dilma o ano passado o Programa de Cultura do Trabalhador cria a possibilidade de crescimento para o mercado cultural que se agita e já faz as contas. Mas o mais importante para a CTB é a chance que a classe trabalhadora tem com esse programa de ampliar seus horizontes culturais e com isso entender melhor os dilemas da vida e do mundo.
A presidenta da Câmara Brasileira do Livro, Karine Pansa acredita se cada um comprar 1 livro por mês, o mercado deve crescer até 5%, em comparação aos dias atuais. Karine ainda disse que quando o Programa atingir sua meta final, de abranger 42 milhões de pessoas em todo o país, um livro por mês comprado por trabalhador significaria a venda de 42 milhões de exemplares mensais, ou 504 milhões por ano. Este volume representa um aumento de 87,66% dos livros vendidos no Brasil em 2012, por exemplo.
As empresas que aderirem ao programa terão isenção de impostos de 45 reais por vale doado. O trabalhador contribuirá com 5 reais. As empresas que aderirem ao programa poderão abater até 1% do imposto devido na sua declaração anual de renda. Além disso, o governo abriu mão dos impostos trabalhistas e não vai cobrar encargos sociais sobre o valor do Vale Cultura. O desconto na folha de pagamento varia de acordo com a faixa salarial e vai de 1 real até 5 reais para quem ganha até cinco salários mínimos e acima disso o desconto varia de 20% a 90% do valor do benefício. 
Segundo, o Ministério da Cultura o Vale-Cultura pode injetar 25 bilhões de reais no setor cultural no país. Essa é a primeira vez que a classe trabalhadora vislumbra a possibilidade de ter acesso á cultura antes destinada somente a setores da elite. A CTB abraça esse projeto e convida os trabalhadores e as trabalhadoras a exigirem a adesão das empresas, o país sairá ganhando com o Vale-Cultura e a classe trabalhadora também. Valorizar a cultura é fundamental porque ela é o espelho, o rosto e alma de um povo e de uma nação.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB

quinta-feira, 20 de março de 2014

Centrais lançam 8ª Marcha da Classe Trabalhadora em São Paulo

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Convocados pelas centrais sindicais, trabalhadores de diversas categorias ocuparam a Praça Ramos de Azevedo, no centro da cidade de São Paulo, na manhã desta terça-feira (18), para participar do lançamento da 8ª Marcha da Classe Trabalhadora, marcado para o dia 09 de abril.
A mobilização marca a retomada da luta da “Agenda da Classe Trabalhadora”, que reúne as propostas para desenvolver o País com soberania, democracia e valorização do trabalho, num ano repleto de eventos importantes, como a Copa do Mundo e as eleições gerais no País.
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No ato de lançamento, estiveram presentes presidentes e representantes das centrais sindicais CTB, CUT, CGTB, FS, UGT e NCST, que reforçaram as bandeiras que compõem a pauta trabalhista.
“Vamos cobrar do governo o andamento da pauta da classe trabalhadora, que inclui as bandeiras como a redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, o fim do projeto que amplia a terceirização, a correção da tabela do IR, reajuste digno para os aposentados, entre outras. Todas essas reivindicações fundamentais para os trabalhadores já foram entregues ao presidente da Câmara e ao Governo Federal e não recebemos retorno, não avançamos. Então, esse ato é para pressionar”, afirmou Wagner Gomes, secretário-geral da CTB nacional e um dos coordenadores da atividade.
8marcha lacamento2Wagner Gomes cobra do governo avanço na pauta trabalhista

Durante suas intervenções os sindicalistas não deixaram de lado temas importantes como a industrialização e o transporte público, que afetam sobremaneira o dia a dia do trabalhador brasileiro.
“Não estamos aqui apenas pela pauta trabalhista, mas também por mais emprego, mais salários e condições dignas de vida para esses trabalhadores e trabalhadoras que sofrem cotidianamente, sendo espremidos em trens e metrôs de São Paulo.”, destacou o dirigente da CTB, ao lembrar do caos e a superlotação que enfrenta o cidadão paulistano ao se deslocar de casa para o trabalho.
8marcha lacamento4Para Onofre Gonçalves convoca os trabalhadores a ocuparem as ruas
O ato nacional será em São Paulo e sairá da Praça da Sé, às 10 horas, seguindo em passeata até o vão livre do Masp, na Avenida Paulista. No entanto, a atividade será promovida em diversas cidades brasileiras pelas centrais estaduais.
“A expectativa é reunir cerca de 60 mil trabalhadores neste ato nacional, que acontece em São Paulo, mas as estaduais devem organizar atividades semelhantes em diversas cidades país afora”, Onofre Gonçalves, presidente da CTB-SP.
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8marcha lacamento6Presidente, dirigentes da CTB e bancários classistas marcam presença na atividade
O presidente estadual da CTB convocou os trabalhadores a ocuparem as ruas e mostrar o descaso com que governo e empresários têm tratado as reivindicações unitárias do movimento sindical, como a redução da jornada de trabalho, o fim do Fator Previdenciário e a ampliação de direitos. “A mobilização soará como um recado às forças do retrocesso de que as Centrais Sindicais têm propostas que atendem aos interesses dos trabalhadores e dos empresários, pois o objetivo é desenvolver o País com soberania e valorização do trabalho”, conclamou.