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sábado, 21 de janeiro de 2012

Vendedora obrigada a imitar galinha deve ser indenizada


A rede de lojas Lins Ferrão Artigos de Vestuário deve indenizar em R$ 15 mil uma vendedora que alegou ter sido obrigada a imitar uma galinha cacarejando e batendo asas como represália pelo descumprimento de uma meta. O caso aconteceu em Alegrete, na fronteira oeste do Rio Grande do Sul. De acordo com a trabalhadora, o gerente costumava dividir os vendedores em dois grupos e estabelecia prendas para a equipe que vendesse menos ao fim de determinado período.

A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS) e confirma sentença do juiz Alcides Otto Flinkerbusch, da Vara do Trabalho de Alegrete. Os desembargadores do TRT-RS, entretanto, diminuíram o valor da indenização, arbitrada em R$ 40 mil no primeiro grau. Tanto a empresa como a empregada ainda podem recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A vendedora afirmou que, em certas prendas, os homens tinham que se vestir de mulheres e vice-versa. Segundo ela, o gerente também fazia comentários depreciativos diante dos outros colegas, até mesmo na presença de clientes. Em uma ocasião, fez com que os vendedores utilizassem pulseiras (rosa para os homens e lilás para as mulheres), que não podiam ser retiradas até que o empregado não atingisse o valor diário de R$ 3 mil em vendas. Abalada, a reclamante afirmou que precisou realizar tratamento para estresse e depressão, e ajuizou ação trabalhista pleiteando indenização por danos morais.

O juiz do Trabalho de Alegrete julgou procedente o pedido. Para seu convencimento, considerou o depoimento de testemunhas que confirmaram as declarações da reclamante. Segundo um dos relatos, entre os "micos" impostos aos vendedores, estavam a obrigação de dançar funk, vestir-se com roupas da loja e imitar bichos. A mesma testemunha declarou que havia perseguição aos vendedores que não atingiam as metas, e que muitos empregados pediam demissão por não suportar a pressão.

Outra testemunha, que também trabalhou na empresa, disse ter presenciado em diversas ocasiões o comportamento agressivo do gerente, que gritava com seus subordinados. Declarou, também, ter solicitado providências ao gerente-geral, sem obter quaisquer resultados. Com base nestes elementos, o juiz determinou o pagamento da indenização. A empresa, inconformada com a decisão, apresentou recurso ao TRT-RS, mas os desembargadores da 3ª Turma mantiveram a sentença, alterando apenas o valor a ser pago como reparação do dano.

Processo 0000360-12.2010.5.04.0821 (RO)

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho - 4ª Região

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Obrigada a fazer flexões de braço, gerente será indenizada em R$ 100 mil

O Unibanco – União de Bancos Brasileiros S/A foi condenado a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais a uma gerente submetida a situação vexatória e degradante num evento da empresa. No encontro, que reuniu 400 gerentes em Angra dos Reis (RJ), o desempenho de sua agência foi considerado ruim, e ela e outros colegas foram obrigados a fazer flexões "como soldados", sob as ordens de um ator caracterizado como sargento da Aeronáutica. A condenação, fixada pela Justiça do Trabalho da 2ª Região (SP), foi mantida pela Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, para quem a fixação do valor "pautou-se pelo princípio da razoabilidade, obedecendo aos critérios de justiça e equidade".

Entre outras funções, a bancária exerceu o cargo de gerente de agência de abril de 1978 a agosto de 2002, quando foi dispensada sem justa causa. Segundo relatou na inicial da reclamação trabalhista, dois meses antes da dispensa o banco realizou o evento em Angra dos Reis, em uma base da Aeronáutica. Os organizadores teriam anunciado que os gerentes das boas agências iriam de barco, os das médias de ônibus e os das ruins a nado.

Ainda de acordo com seu relato, no último ano de contrato, depois de receber prêmios por bom desempenho, a gerente foi transferida para uma agência considerada ruim e improdutiva pelo banco. Ali, foi apontada como péssima gerente e, segundo afirmou, o diretor chegou a lhe enviar pés de pato para que fosse nadando para o evento, e, para outro colega, obeso uma boia de câmara de pneu de caminhão.

No encontro, os gerentes teriam sido obrigados a vestir camisetas com braçadeiras de cores diferentes conforme o desempenho de cada agência, e os responsáveis pelas agências de pior desempenho foram, segundo a autora da reclamação, humilhados e expostos ao ridículo no episódio das flexões. Por essa razão, pediu indenização por danos morais correspondente a 20 vezes o último salário, num total de cerca de R$ 109 mil.

O pedido foi deferido pela 3ª Vara do Trabalho de São Paulo e mantido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. Com base no depoimento da bancária e de outras testemunhas, o Regional concluiu que a gerente sofreu humilhação e constrangimento na presença dos demais participantes ao ser colocada no centro das atenções como alvo de chacotas, fato que repercutiu na agência. "O empregador não pode, a pretexto de ‘brincadeiras', expor o empregado a situação vexatória, indigna e atentatória à moral", afirmou o colegiado.

No recurso de revista do Unibanco julgado pela Sétima Turma, o relator, ministro Pedro Paulo Manus, afirmou que, diante dos fatos delineados pelo TRT-SP, o valor da indenização foi justo e razoável, pois o contrato de trabalho durou mais de 24 anos. Concluiu, então, não se justificar a "excepcional intervenção do TST" para reformar a decisão.

(Lourdes Côrtes/Carmem Feijó)

Processo: RR-289400-51.2003.5.02.0003

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Os Estados Unidos contra todo o mundo

Era uma vez um tempo em que os Estados Unidos tinham muitos amigos, ou pelo menos seguidores relativamente obedientes. Nos dias de hoje, parecem já não ter outra coisa senão adversários de todas as cores políticas. Mais ainda, parecem não estar a sair-se bem nas reuniões com os adversários.

Por Immanuel Wallerstein

Vejam os acontecimentos de novembro de 2011 e da primeira metade de dezembro. Os EUA tiveram conflitos com a China, com o Paquistão, com a Arábia Saudita, com Israel, com o Irã, com a Alemanha e com a América Latina. Não se pode dizer que tenham levado a melhor em qualquer destas controvérsias.

O mundo interpretou a presença e os discursos do presidente Obama na Austrália como um desafio aberto à China. Obama disse ao Parlamento australiano que os Estados Unidos estavam determinados “a alocar os recursos necessários para manter a nossa forte presença militar nesta região.” Com este objetivo, os Estados Unidos estão a deslocar 250 marines para uma base aérea australiana em Darwin (e possivelmente elevando o número, no futuro, para 2500).

Esta é apenas um de um número de movimentos militares semelhantes na região. Assim, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos saem (ou são forçados a sair) do Oriente Médio – tanto por razões políticas quanto financeiras – ganham mais músculo na região da Ásia-Pacífico. Dada a relutância crescente dos EUA de se envolverem externamente e as suas necessidades urgentes de reduzir gastos, mesmo no terreno militar, será isto crível? Até agora, a “resposta” chinesa foi virtualmente uma não resposta, como que a dizer que o tempo está do lado da China, mesmo no que diz respeito às suas relações com os Estados Unidos, ou talvez especialmente no que diz respeito a estas relações.

Depois, há o Paquistão. Os Estados Unidos lançaram o desafio. O Paquistão tem de deixar de apoiar os seus movimentos islâmicos. Tem de parar de minar o governo de Karzai no Afeganistão. Tem de suspender as ameaças à Índia de empreender ações militares em Caxemira. Senão? Esse é o problema. Parece que, segundo fugas de informação, que os Estados Unidos esperavam que o seu último amigo no Paquistão, o atual presidente Asif Ali Zardari, demitisse o líder do Exército, general Ashfaq Parvez Kayani. Em resposta, o general Kayani manobrou para o presidente Zardari ir ao Dubai para tratamento médico. O golpe potencial apoiado pelos EUA fracassou. E se os Estados Unidos tentarem retaliar cortando apoio financeiro, há sempre a China para ocupar o seu lugar.

No Oriente Médio, o que quer o presidente Obama, acima de tudo, é que nada de dramático aconteça entre Israel e os palestinos até, pelo menos, ele ser reeleito. Isto não satisfaz verdadeiramente as necessidades da Arábia Saudita ou do primeiro-ministro Netanyahu em Israel. Por isso, ambos atuam de forma a pôr mais lenha na fogueira, do ponto de vista dos EUA. E os Estados Unidos foram relegados à posição de lhes fazerem pedidos, não de dar ordens ou de controlá-los.

Há também o Irã, supostamente a principal preocupação imediata dos Estados Unidos (como são a Arábia Saudita e Israel). Os Estados Unidos têm usado os seus drones mais supersecretos para espiar o país. Nada de surpreendente nisto, exceto pelo fato de um desses drones de alguma forma ter aterrado no Irã. Disse “aterrou”, porque a questão chave é saber porque e como aterrou. A CIA, responsável por ele, tentou sugerir de forma pouco convincente que houve alguma falha mecânica. Os iranianos deram a entender que derrubaram a aeronave com uma ação cibernética. Os Estados Unidos dizem “impossível” – mas Debka, a voz na internet dos falcões israelitas, diz que é verdade. Eu sou dos que acham que é provável. Além disso, agora que os iranianos têm o drone, estão a trabalhar para decifrar todos os seus segredos tecnológicos. Quem sabe? Podem publicar esses segredos, para conhecimento do mundo inteiro. Nesse caso, quão secretos serão os supersecretos drones?

Ah, sim, a Alemanha. Como todos sabem, há uma “crise” na zona euro. E a chanceler Merkel tem trabalhado duramente para que os países da zona euro comprem uma “solução” que funcione para Berlim, tanto politicamente, no interior da Alemanha, quanto economicamente na Europa. Ela tem pressionado a favor de um novo tratado que imponha sanções automáticas aos países da zona euro que violem as suas disposições. Os Estados Unidos achavam que esta era a abordagem errada. A posição da Casa Branca era de que se tratava de uma ação de médio prazo que não resolvia a situação de curto prazo. Obama despachou o seu secretário do Tesouro, Timothy Geithner, para a Europa, para insistir nas suas sugestões alternativas. Não interessam os detalhes, nem quem é mais sábio. O importante a ressaltar é que Geithner foi totalmente ignorado e os alemães seguiram o seu caminho.

Finalmente, os países da América Latina e das Caraíbas reuniram-se na Venezuela para fundar uma nova organização, a CELAC – a sigla de Comunidade dos Estados da América Latina e das Caraíbas. Todos os países da América entraram, exceto dois que não foram convidados – os Estados Unidos e o Canadá. A CELAC tem o objetivo de substituir a Organização dos Estados Americanos (OEA), que inclui os EUA e o Canadá, e suspendeu Cuba. Pode demorar algum tempo até que a OEA desapareça e só a CELAC permaneça. Mesmo assim, não é exatamente uma coisa que esteja a ser comemorada em Washington.

Fonte: Fórum

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Brasil deve ser 3º maior mercado de veículos do mundo em 2016


Diante do bom desempenho do setor, país ficará atrás apenas de Estados Unidos e China

2011 FOI ANO DE RECORDE O Brasil vai subir à terceira posição no ranking global de maiores mercados de veículos do mundo em 2016, atrás de China e Estados Unidos, segundo levantamento da consultoria KPMG, divulgado nesta sexta-feira (6).

Quinto maior mercado mundial em 2011, em um momento em que países da América do Norte, Europa e Japão enfrentaram fraqueza em suas economias, o Brasil deve chegar a 2016 com vendas entre 4 milhões e 6 milhões de veículos, após encerrar o ano passado com vendas de 3,6 milhões de unidades .

Seguindo de perto o país está a Índia, país que terá, segundo o levantamento da KPMG -- que compila previsões de 200 altos executivos do setor na indústria automotiva mundial --, vendas entre 3 milhões e 5 milhões de unidades em 2016.

A China seguirá na primeira posição com vendas estimadas entre 20 milhões e 24 milhões de veículos, mas o país é visto com o maior nível de excesso de capacidade produtiva entre os membros do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).

Segundo a pesquisa, a China tinha um excesso de capacidade produtiva de 6 milhões de veículos, algo que crescerá para mais de 9 milhões em 2016. Os executivos que responderam a pesquisa afirmam que o excesso de capacidade nos Brics é visto como "mal necessário" para se manterem competitivos diante dos mercados mais maduros. Diante dessa realidade, a expectativa no levantamento da KPMG é de que os Brics tenham um excesso de capacidade de 20% a 30% em 2016.

Na avaliação dos entrevistados da pesquisa da KPMG, a China deve alcançar exportações de 1 milhão de veículos entre 2014 e 2017, enquanto o Brasil deve atingir esse nível apenas em 2017. Em 2011, o Brasil exportou um total de 541,6 mil veículos, 7,7% acima de 2010 e após os 368 mil em 2009.

Fonte: Uolcarros

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012



Frei Betto: revolução cubana se move criticamente sobre si mesma




Em 2011 se completarão 30 anos da minha primeira visita a Cuba. Eu trabalhava no Brasil com o método de Paulo Freire. Queria trazer a Cuba essa contribuição, estava convencido da importância política da metodologia da educação popular. Quando cheguei, havia preconceitos não só para com esta metodologia, mas também em relação à figura de Freire. Seu primeiro livro tinha causado certo receio entre os companheiros do Partido Comunista de Cuba.

Um marxista cristão, soava então contraditório: o marxismo era considerado uma fé e não se podia ter duas.

Então propus em Havana um Encontro Latino-Americano de Educação Popular. Os cubanos prepararam tudo; mas no encontro não havia nem um cubano. Dois anos depois, consegui que a Casa das Américas organizasse um segundo encontro. Vários cubanos compareceram como meros assistentes, diziam que em Cuba tudo era educação popular e não havia necessidade de ter uma equipe para isso. No terceiro encontro, a participação cubana já foi ativa. Assim surgiu a equipe do Centro Martin Luther King.

Mas Paulo Freire não é o primeiro latino-americano a falar dessa metodologia. Para fazer justiça com a história, o primeiro que praticou educação popular foi José Martí. Martí dizia que era necessário levar os professores aos campos. E com eles, a ternura que faz falta aos homens. Seguramente o Che tinha lido essa frase quando disse que havia que endurecer, mas sem perder a ternura. Para Martí, “popular” não o era no sentido de pobre, mas de povo. A distinção rígida que se aplicava na Europa entre classe operária e burguesia, não se aplicava à América Latina. A luta aqui era entre aqueles que lutavam pela justiça e aqueles que tentavam manter a injustiça. Tudo não se explica por origem de classe. Se todos os pobres fossem revolucionários, não haveria capitalismo na América Latina.

Talvez vocês não saibam que é um fato biológico que as águias podem viver 70 anos no máximo. Mas quando chegam aos 30 ou 40, propendem à morte porque suas garras e seu bico já não são fortes para destruir as carnes com que se alimentam. E quando sentem que podem morrer, voam para o alto de uma montanha e arrancam as próprias garras e o bico. Esperam meses ali, até que voltem a nascer. Assim vivem outros 30 ou 40 anos mais. Hoje, a águia é Cuba. Digo-o porque acabo de ler os Lineamentos para o 6º Congresso do Partido Comunista: a Revolução Cubana tem a capacidade de mover-se criticamente sobre si mesma para sair adiante. Suas redes de educação popular têm muita importância nisso.

Assisti muito de perto a queda do Muro (de Berlim) e hoje muitos se perguntam: como é possível que depois de 70 anos de socialismo, a Rússia seja um país conhecido pela extrema corrupção? Algo não funcionou: o socialismo cometeu ali o erro de construir uma casa nova sem saber fazer novos habitantes. Não se fazem homens e mulheres automaticamente. Os que nascem numa sociedade socialista, não nascem necessariamente socialistas. Todo bebê é um capitalista exemplar: só pensa en si mesmo. O socialismo é o homem político do amor. E o amor é uma produção cultural. Seu objetivo final é criar uma comunidade amorosa entre si e o mundo. Às vezes olvidamos um princípio marxista. Eu, frade, fui professor de marxismo e não é a única contradição de minha vida. O ser humano não é mecânico. Há duas coisas que não podem ser previstas matematicamente: o movimento dos átomos e o comportamento humano.

O trabalho político deve ir para cada um dos homens. Por isso a Revolução Cubana resiste, porque não é uma peruca que vai de cima para baixo, mas um cabelo que cresce de baixo para cima. Aqui houve uma revolução de caráter eminentemente popular. A vitória estratégica, de Fidel, não fala de educação popular; mas se fez.

Termino com uma parábola: havia um homem muito formado ideologicamente, poderoso em seu sistema; mas muito infeliz. Saiu pelo mundo na busca da felicidade. Chegou a um país árabe – onde se dão sempre as boas lendas – e quis comprá-la em seus mercados. Disseram-lhe que essa mercadoria não existia, mas por um jovem soube de uma tenda no deserto onde podia encontrá-la. Saiu em sua caravana de camelos, atravessou o deserto e viu a tenda com um cartaz que dizia: “aqui se encontra a felicidade”. Disse à vendedora: “diga-me quanto custa”. E ela respondeu: “não, senhor, aqui não vendemos felicidade, aqui a damos gratuitamente”. E lhe trouxe uma pequena caixa de fósforos com três pequenas sementes: a semente da solidariedade, a da generosidade e a do companheirismo. “Cultive-as – disse – e será feliz”. Muito obrigado.

Autor: Frei Betto
Fonte: CubaDebate
Doação de sangue poderá ser fator de desempate em concurso público

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2474/11, do deputado Luiz Argôlo (PP-BA), que inclui como fator de desempate em concursos públicos a doação regular de sangue. Pela proposta, considera-se doador regular de sangue aquele que realize, no mínimo, três doações por ano.

Segundo o projeto, o candidato deverá apresentar o comprovante de doador no ato da inscrição no concurso público. Já o candidato impossibilitado por razões clínicas de ser doador tem direito a atestar sua condição recebendo o mesmo beneficio destinado ao doador regular.

Luiz Argôlo afirma que a regra poderá levar muitos candidatos a se tornarem doadores regulares. Ele lembra que os bancos de sangue, atualmente, não conseguem atender a uma crescente demanda, motivada pelo aumento da população e pela maior oferta de serviços de saúde.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:
PL-2474/2011

Fonte: Câmara dos Deputados
GM aumenta participação nos EUA pela primeira vez em 9 anos


O gigante norte-americano emplacou 2,5 milhões de veículos por lá em 2011

O ano passado entrará para a história recente das montadoras norte-americanas. É verdade que a natureza influenciou, mas há tempos as marcas nascidas nos Estados Unidos não conseguiam vendas tão expressivas em seu país de origem. A Chrysler, beneficiada pelos novos rumos impostos pelo grupo Fiat, emplacou 1,3 milhão de carros por lá, registrando alta de 26% sobre o volume comercializado em 2010. E a Ford rompeu a barreira dos 2 milhões de unidades pela primeira vez desde 2007. Mas a GM também tem motivos para celebrar: aumentou sua participação de mercado pela primeira vez desde 2002.

Não foi um grande salto na cota de participação no mercado local, mas o gigante norte-americano conseguiu alcançar os 19,6% de market share, cerca de meio ponto percentual a mais em relação a 2010. É um feito e tanto diante do domínio das marcas japonesas e da ofensiva da Volkswagen e da Hyundai nos EUA. A última vez que a GM conseguiu crescer em participação foi em 2002, quando atingiu 28,6% de cota, ante 28,3% em 2001. Isso porque, à época, os atentados terroristas de 11 de setembro fizeram com que os consumidores norte-americanos se voltassem para produtos e marcas de origem nacional, como forma de demonstrar orgulho e força para o mundo.

A puxada maior foi capitaneada pela GMC, marca que comercializa crossovers, utilitários e picapes – segmentos que ainda dominam a preferência do consumidor norte-americano. A GMC cresceu 19% e atingiu 397.973 vendas. Mas a Chevrolet, principal marca da GM a nível global, não ficou muito atrás. A gravata dourada teve incremento de 14% nas vendas, chegando a 1.775.802 veículos emplacados. A Buick também fez bonito, com alta de 14% e 177.633 unidades vendidas. A Cadillac ficou na lanterna, com crescimento de 4% e 152.389 vendas. Mas vale lembrar que a marca premium passará por uma espécie de reinvenção por lá este ano, com o lançamento dos sedãs XTS e ATS.

Fonte: UOLCarros

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012





USCS abre inscrições para Vestibular

Começaram ontem as inscrições para o vestibular da USCS ( Universidade Municipal de São Caetano do Sul).


Serão oferecidos cursos de graduação bacharelada, graduação tecnológica e licenciatura, nas áreas de negócios, comunicação, computação, direito, educação e saúde.
O prazo, no entanto, é curto. Os interessados poderão se inscrever até o dia 25 de janeiro pela Internet (www.uscs.edu.br) e até o dia 26 de janeiro no Campus I (Avenida Goiás, 3400, Bairro Barcelona - São Caetano do Sul). A taxa é de R$ 40,00 e a prova está marcada para o dia 28 de janeiro (sábado, das 14h às 17h).




Mais informações pelo telefone 4239-3299 ou pelo e-mail: vestibular@uscs.edu.br.





Fonte:ABC Repórter