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quarta-feira, 23 de abril de 2014
Após importantes avanços na política social brasileira, o país ainda vive uma grande crise de representação política no Congresso Nacional. É evidente a necessidade de um sistema com representação identificada com a maioria da sociedade, com capacidade de fazer avançar o projeto nacional de desenvolvimento. Na prática, a amplitude desta representatividade será atendida após uma reforma profunda e democrática no sistema político brasileiro.
Brasil e Argentina discutem como reativar comércio bilateral
Regime automotivo, barreiras alfandegárias e nova linha de crédito estão na pauta de reunião em Buenos Aires.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, chega hoje à Argentina para reunião com representantes da área econômica do governo da presidente Cristina Kirchner. Eles analisarão formas de reativar o comércio bilateral, que caiu 17% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2013.
Um dos temas a serem tratados é a implementação de mecanismos alternativos de financiamento que viabilizem o fortalecimento do comércio bilateral. O Brasil está disposto a abrir uma linha especial de crédito para a Argentina e deve discutir as bases da medida.
A agenda entre os dois países também está marcada pelas barreiras alfandegárias aplicadas pelo governo Kirchner. Entre os produtos brasileiros com problemas para entrar na Argentina estão os veículos, fato que preocupa a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O presidente da entidade, Luiz Moan, reuniu-se na semana passada com a presidente Dilma Rousseff para falar do tema.
As exportações de veículos brasileiros para o mercado argentino caíram 32% no primeiro trimestre.
Os dois países também estão atrasados na negociação do novo regime automotivo, já que o atual, que completou cinco anos, vence em julho. As discussões sobre o assunto estão emperradas desde o ano passado.
Mercado
Não são apenas as barreiras que impedem carros brasileiros de entrar na Argentina. Com a crise local, as próprias empresas deixam de fazer encomendas. José Manuel de la Sota, governador da província de Córdoba - que concentra a maior parte das empresas de autopeças - disse que o mercado doméstico de automóveis "está caindo aos pedaços". Ele criticou a presidente Cristina pelos aumentos "exagerados" de impostos sobre veículos. Segundo ele, o setor automotivo emite sinais de alerta com demissões em pequenas empresas de autopeças e metalúrgicas, além da Iveco e Renault. A Volkswagen negocia com o sindicato uma alternativa às demissões.
Da Agência Estado
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges, chega hoje à Argentina para reunião com representantes da área econômica do governo da presidente Cristina Kirchner. Eles analisarão formas de reativar o comércio bilateral, que caiu 17% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2013.
Um dos temas a serem tratados é a implementação de mecanismos alternativos de financiamento que viabilizem o fortalecimento do comércio bilateral. O Brasil está disposto a abrir uma linha especial de crédito para a Argentina e deve discutir as bases da medida.
A agenda entre os dois países também está marcada pelas barreiras alfandegárias aplicadas pelo governo Kirchner. Entre os produtos brasileiros com problemas para entrar na Argentina estão os veículos, fato que preocupa a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O presidente da entidade, Luiz Moan, reuniu-se na semana passada com a presidente Dilma Rousseff para falar do tema.
As exportações de veículos brasileiros para o mercado argentino caíram 32% no primeiro trimestre.
Os dois países também estão atrasados na negociação do novo regime automotivo, já que o atual, que completou cinco anos, vence em julho. As discussões sobre o assunto estão emperradas desde o ano passado.
Mercado
Não são apenas as barreiras que impedem carros brasileiros de entrar na Argentina. Com a crise local, as próprias empresas deixam de fazer encomendas. José Manuel de la Sota, governador da província de Córdoba - que concentra a maior parte das empresas de autopeças - disse que o mercado doméstico de automóveis "está caindo aos pedaços". Ele criticou a presidente Cristina pelos aumentos "exagerados" de impostos sobre veículos. Segundo ele, o setor automotivo emite sinais de alerta com demissões em pequenas empresas de autopeças e metalúrgicas, além da Iveco e Renault. A Volkswagen negocia com o sindicato uma alternativa às demissões.
Da Agência Estado
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Dirigente da CTB é designado relator na CCJ, na Câmara dos Deputados
O Deputado Assis Melo (PCdoB-RS), que também é dirigente nacional da CTB, foi designado para ser o relator da Mensagem 59, enviada pelo Executivo para ser ratificada pelo Congresso em 2008, que submete à ratificação pelos parlamentares da Convenção 158, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe a demissão de trabalhadores sem justa causa. Melo vai substituir o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) que assumirá a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. "É muito importante ter essa relatoria, porém, é grande também a responsablilidade de fazer um relatório à altura das questões da relação de trabalho no país", revela o deputado.
Essa relatoria é de fundamental importância, segundo o deputado comunista, para se contrapor às tentativas funestas de setores empresariais representados no Congresso em retirar inúmeros direitos dos trabalhadores. “A ratificação da Convenção 158 significa um duro golpe na demissão imotivada e pode reduzir bastante o rodízio de mão de obra, crescente no país”, assegura Melo. “Isso dá mais segurança e confiança aos trabalhadores e pode beneficiar os patrões com aprimoramento da mão de obra especializada”. Acentua.
A Convenção permite a demissão em casos de problemas com a capacidade ou o comportamento do trabalhador e também em casos de necessidade da empresa, como problemas econômicos, tecnológicos ou estruturais, mas com direito de defesa nas primeiras hipóteses e negociação com os sindicatos, nas demais.
Não estão entre os motivos de demissão justificada a participação em entidade sindical; apresentação de queixa ou participação em procedimento estabelecido contra um empregador por supostas violações de leis ou regulamentos; a raça, a cor, o sexo, o estado civil, as responsabilidades familiares, a gravidez, a religião, as opiniões políticas, a ascendência nacional ou a origem social; e a ausência do trabalho durante a licença-maternidade.
Os países signatários da convenção poderão excluir da proteção nela prevista os trabalhadores com contratos de curta duração ou feitos para realizar tarefa determinada; contratos de experiência com curto período previamente definido; e contratos de trabalho ocasional.
Desde que com a consulta a organizações de trabalhadores e empregadores, poderão ser excluídas também determinadas categorias com características especiais.
De acordo com a assessoria do deputado, assim que a CCJ aprovar o parecer do relator Assis Melo a Mensagem 59 deverá ir para apreciação e votação em plenário. Se o Congresso ratificá-la, o Brasil passar a ser mais um país signatário da Convenção 158 da OIT, que passa a ter força de lei. "Desejo realizar uma ampla discussão sobre o tema para contemplar as necessidades da classe trabalhadora no relatório e assim garantir que a proposta seja aprovada e ratificada pela Câmara", defende Melo.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB com DIAP
Assis Melo discursa no Congresso
O Deputado Assis Melo (PCdoB-RS), que também é dirigente nacional da CTB, foi designado para ser o relator da Mensagem 59, enviada pelo Executivo para ser ratificada pelo Congresso em 2008, que submete à ratificação pelos parlamentares da Convenção 158, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que proíbe a demissão de trabalhadores sem justa causa. Melo vai substituir o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP) que assumirá a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. "É muito importante ter essa relatoria, porém, é grande também a responsablilidade de fazer um relatório à altura das questões da relação de trabalho no país", revela o deputado.
Essa relatoria é de fundamental importância, segundo o deputado comunista, para se contrapor às tentativas funestas de setores empresariais representados no Congresso em retirar inúmeros direitos dos trabalhadores. “A ratificação da Convenção 158 significa um duro golpe na demissão imotivada e pode reduzir bastante o rodízio de mão de obra, crescente no país”, assegura Melo. “Isso dá mais segurança e confiança aos trabalhadores e pode beneficiar os patrões com aprimoramento da mão de obra especializada”. Acentua.
A Convenção permite a demissão em casos de problemas com a capacidade ou o comportamento do trabalhador e também em casos de necessidade da empresa, como problemas econômicos, tecnológicos ou estruturais, mas com direito de defesa nas primeiras hipóteses e negociação com os sindicatos, nas demais.
Não estão entre os motivos de demissão justificada a participação em entidade sindical; apresentação de queixa ou participação em procedimento estabelecido contra um empregador por supostas violações de leis ou regulamentos; a raça, a cor, o sexo, o estado civil, as responsabilidades familiares, a gravidez, a religião, as opiniões políticas, a ascendência nacional ou a origem social; e a ausência do trabalho durante a licença-maternidade.
Os países signatários da convenção poderão excluir da proteção nela prevista os trabalhadores com contratos de curta duração ou feitos para realizar tarefa determinada; contratos de experiência com curto período previamente definido; e contratos de trabalho ocasional.
Desde que com a consulta a organizações de trabalhadores e empregadores, poderão ser excluídas também determinadas categorias com características especiais.
De acordo com a assessoria do deputado, assim que a CCJ aprovar o parecer do relator Assis Melo a Mensagem 59 deverá ir para apreciação e votação em plenário. Se o Congresso ratificá-la, o Brasil passar a ser mais um país signatário da Convenção 158 da OIT, que passa a ter força de lei. "Desejo realizar uma ampla discussão sobre o tema para contemplar as necessidades da classe trabalhadora no relatório e assim garantir que a proposta seja aprovada e ratificada pela Câmara", defende Melo.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB com DIAP
"Vamos fortalecer o time da CTB", diz Adilson Araújo durante reunião da direção

Terminou nesta sexta-feira (11) em São Paulo, a 13ª Reunião da Direção Nacional da CTB, que desde a última quinta debateu sobre seu planejamento estratégico para este ano e a conjuntura política.
Durante o último dia de debates, foram apresentados informes sobre os setores da Comunicação, Educação, Saúde, Meio Ambiente, Jurídico e Relações Internacionais da Central Sindical. O presidente da CTB, Adilson Araújo, propôs a criação de um conselho político para "ter um núcleo que dialogue questões cruciais", informou.
Comunicação
Após apresentar as ferramentas e publicações da imprensa, Raimunda Gomes, secretária da pasta, informou sobre o 3º Encontro Nacional de Comunicação, que será realizado na Bahia, nos dias 30 e 31 de maio e convocou os dirigentes estaduais para participarem.
ESNA
Sobre o 6º Encontro Sindical Nossa América (ESNA), que ocorrerá em Cuba nos dias 3 e 4 de maio, Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais, destacou a importância deste instrumento para unificar o sindicalismo classista latino-americano e caribenho ele ressaltou ainda que no evento será eleito seu novo coordenador.
Para o vice-presidente da Federação Sindical Mundial (FSM) e coordenador técnico do ESNA, João Batista Lemos “O Brasil está jogando um papel fundamental na integração latino-americana” e a iniciativa é inovadora, pois “não tem outra experiência como esta no sindicalismo” expressou o dirigente ao ressaltar o protagonismo e a participação da CTB no cenário internacional.
No fim do encontro o presidente Adilson Araújo fez questão de dedicar o evento ao sindicalista Marinho Toledo, falecido no dia 13 de março, vítima de infarto. Foram aprovadas duas resoluções uma política e outra sobre os pontos prioritários do planejamento estratégico da CTB e também uma nota em apoio à Petrobras.
Portal CTB
Terminou nesta sexta-feira (11) em São Paulo, a 13ª Reunião da Direção Nacional da CTB, que desde a última quinta debateu sobre seu planejamento estratégico para este ano e a conjuntura política.
Durante o último dia de debates, foram apresentados informes sobre os setores da Comunicação, Educação, Saúde, Meio Ambiente, Jurídico e Relações Internacionais da Central Sindical. O presidente da CTB, Adilson Araújo, propôs a criação de um conselho político para "ter um núcleo que dialogue questões cruciais", informou.
Comunicação
Após apresentar as ferramentas e publicações da imprensa, Raimunda Gomes, secretária da pasta, informou sobre o 3º Encontro Nacional de Comunicação, que será realizado na Bahia, nos dias 30 e 31 de maio e convocou os dirigentes estaduais para participarem.
ESNA
Sobre o 6º Encontro Sindical Nossa América (ESNA), que ocorrerá em Cuba nos dias 3 e 4 de maio, Divanilton Pereira, secretário de Relações Internacionais, destacou a importância deste instrumento para unificar o sindicalismo classista latino-americano e caribenho ele ressaltou ainda que no evento será eleito seu novo coordenador.
Para o vice-presidente da Federação Sindical Mundial (FSM) e coordenador técnico do ESNA, João Batista Lemos “O Brasil está jogando um papel fundamental na integração latino-americana” e a iniciativa é inovadora, pois “não tem outra experiência como esta no sindicalismo” expressou o dirigente ao ressaltar o protagonismo e a participação da CTB no cenário internacional.
No fim do encontro o presidente Adilson Araújo fez questão de dedicar o evento ao sindicalista Marinho Toledo, falecido no dia 13 de março, vítima de infarto. Foram aprovadas duas resoluções uma política e outra sobre os pontos prioritários do planejamento estratégico da CTB e também uma nota em apoio à Petrobras.
Portal CTB
terça-feira, 8 de abril de 2014
Após pressão do sindicato, FORD absorve trabalhadores que iriam ser demitidos
Mais de 250 tiveram seus empregos garantidos.
Só da Faurencia Portas foram 120 funcionários transferidos, assim como 50 na Saargummi, 50 da Lear, mais de 30 da Visteon, 30 também da Pelzer, e mais 10 da Pilkington. Segundo o Sindicato, a maioria desses funcionários teve as faixas salariais mantidas e também não houve retrocesso na planilha do Plano de Cargos e Salários.
Mas, ainda há muito por conquistar e reverter 320 demissões que a Ford insiste em fazer. O Sindicato está intensificando as negociações para garantir a absorção de ainda mais trabalhadores para a Ford. “Não aceitamos demissões. Temos a consciência de que é possível encontrar outras saídas para assegurar a empregabilidade no Complexo Ford, como temos conseguido fazer através das reuniões com a Ford”, diz Júlio Bonfim, presidente do Sindicato.
Importante lembrar que além das reintegrações e transferências de trabalhadores, o chão de fábrica tem comemorado importantes conquistas previstas no acordo de duração de dois anos, sobre PLR, abono e aumento de salários. O acordo garantiu uma segurança aos trabalhadores, a partir do momento que os protege da instabilidade do mercado e da queda de produção no setor automotivo. Ou seja, essas conquistas estão asseguradas independentemente do cenário econômico.
Só para se ter uma ideia, a produção brasileira de veículos caiu 3,6 entre fevereiro e março, segundo a associação que representa o setor, Anfavea. Mês passado, foram produzidas 271,2 mil unidades. No trimestre, produção caiu 8,4% sobre o mesmo período de 2013.
Fonte: Stim Camaçari filiado à CTB
segunda-feira, 31 de março de 2014
CTB participa de ato que lembrará 50 anos do golpe nesta segunda
Na próxima segunda-feira (31), será realizado, na antiga sede do DOI-Codi de São Paulo, hoje 36ª delegacia, na Rua Tutóia, nº 921, um ato que relembrará os 50 anos do golpe militar, ocorrido em 31 de março de 1964.
As práticas de repressão e de violência de Estado que marcaram o período autoritário ainda permanecem ocorrendo contra a população pobre e negra da periferia, bem como contra as manifestações populares que têm sido realizadas e todo o país.
Para completar a situação, há propostas de reformas legislativas conservadoras – lei antiterror, regulamentação das manifestações e a Portaria do Ministério da Defesa intitulada “Garantia da Lei e da Ordem” – visando coibir os protestos e amedrontar os manifestantes. Isso só incentiva a já tradicional truculência das Polícias Militares.
Diante desse cenário de continuidade das violações de direitos humanos, diversas organizações da sociedade civil e Comissões da Verdade estão construindo um ato político-cultural unificado para marcar essa lamentável efeméride e exigir a punição dos torturadores, assassinos e ocultadores de cadáveres da ditadura e da democracia.
O valor simbólico de realizar o ato “Ditadura Nunca Mais: 50 anos do golpe militar” nesse prédio tombado da Rua Tutoia, que abrigou o DOI-Codi e que agora deve ser convertido em um lugar de memória, é enorme para o movimento de direitos humanos em nosso país.
Por essas razões, as entidades e organismos que assinam a presente convocatória chamam a todas e todos para participarem e divulgarem esse ato no dia 31 de março de 2014, a partir das 10h, no pátio externo do prédio da Rua Tutoia, nº 921.
PAU-DE-ARARA. UM DOS MAIS CRUÉIS TIPOS DE TORTURA UTILIZADO PELA DITADURA MILITAR NO BRASIL (FOTO: ILUSTRAÇÃO)
Leia a íntegra do Manifesto "Ditadura Nunca Mais: 50 anos do Golpe Militar"
Serviço:
Ato - Ditadura Nunca Mais: 50 anos do golpe militar
Data: 31 de março de 2014
horário: 9h00
Local: antiga sede do DOI-Codi de São Paulo
Endereço: Rua Tutóia, nº 921
Ato - Ditadura Nunca Mais: 50 anos do golpe militar
Data: 31 de março de 2014
horário: 9h00
Local: antiga sede do DOI-Codi de São Paulo
Endereço: Rua Tutóia, nº 921
domingo, 30 de março de 2014
Metalúrgicos da Volvo conquistam manutenção de Participação nos Lucros de R$ 30 mil
Apesar das dificuldades do mercado, mobilização dos trabalhadores garantiu a maior PLR do Brasil. Reajuste salarial com aumento real de 2,5% também faz parte do acordo
Os metalúrgicos da fábrica da Volvo, localizada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), conquistaram hoje (28) a manutenção da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no valor de R$ 30 mil. Além da PLR, o acordo fechado também garantiu a Data Base 2014, com reajuste salarial de 2,5% de aumento real mais a inflação do período (INPC). Com a conquista, os trabalhadores da montadora sueca estão garantindo, até agora, pelo terceiro ano consecutivo, a maior PLR do Brasil.
O fechamento do acordo foi definido por escrutínio secreto, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). A apuração dos votos dos trabalhadores terminou agora à noite. 1.853 votaram a favor do acordo. Os votos contra somaram 1.233. No total geral 3.098 trabalhadores votaram.
“Apesar das dificuldades do mercado, a mobilização dos metalúrgicos fez com que o valor de R$ 30 mil fosse mantido. É essa mobilização que tem garantido a não precarização das condições de trabalho e salário para os trabalhadores. Está mais que provado que a valorização da mão de obra é que realmente mantêm o mercado e a economia do Brasil em pé”, afirma o presidente do SMC, Sérgio Butka.
Assembleia na próxima segunda (31)
Na próxima segunda (31), o Sindicato estará realizando assembleia com os três turnos para informar e oficializar a conquista. Neste final de semana não tem trabalho, pois foram canceladas as horas extras que seriam realizadas.
A fábrica da Volvo emprega cerca de 3.600 trabalhadores, sendo 2.200 chão de fábrica. A produção diária da fábrica é de 56 caminhões pesados, 38 caminhões leves e 8 ônibus.
Fonte:http://www.simec.com.br
Os metalúrgicos da fábrica da Volvo, localizada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), conquistaram hoje (28) a manutenção da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no valor de R$ 30 mil. Além da PLR, o acordo fechado também garantiu a Data Base 2014, com reajuste salarial de 2,5% de aumento real mais a inflação do período (INPC). Com a conquista, os trabalhadores da montadora sueca estão garantindo, até agora, pelo terceiro ano consecutivo, a maior PLR do Brasil.
O fechamento do acordo foi definido por escrutínio secreto, organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC). A apuração dos votos dos trabalhadores terminou agora à noite. 1.853 votaram a favor do acordo. Os votos contra somaram 1.233. No total geral 3.098 trabalhadores votaram.
“Apesar das dificuldades do mercado, a mobilização dos metalúrgicos fez com que o valor de R$ 30 mil fosse mantido. É essa mobilização que tem garantido a não precarização das condições de trabalho e salário para os trabalhadores. Está mais que provado que a valorização da mão de obra é que realmente mantêm o mercado e a economia do Brasil em pé”, afirma o presidente do SMC, Sérgio Butka.
Assembleia na próxima segunda (31)
Na próxima segunda (31), o Sindicato estará realizando assembleia com os três turnos para informar e oficializar a conquista. Neste final de semana não tem trabalho, pois foram canceladas as horas extras que seriam realizadas.
A fábrica da Volvo emprega cerca de 3.600 trabalhadores, sendo 2.200 chão de fábrica. A produção diária da fábrica é de 56 caminhões pesados, 38 caminhões leves e 8 ônibus.
Fonte:http://www.simec.com.br
Acordo salarial conquistado na Renault vai render R$ 91 mil para cada trabalhador em três anos
Evolução em relação ao acordo anterior foi de 48,4%. Impacto na economia do PR será de aproximadamente R$ 691 milhões
Em assembleias lideradas pelo SMC (Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba) hoje de manhã e tarde, os cerca de seis mil metalúrgicos da Renault, em São José dos Pinhais, aprovaram o acordo salarial para o triênio 2014/15/16. A proposta engloba: Participação nos Lucros e Resultados (PLR), aumento salarial e implantação de vale-mercado.
Com a aprovação, o acordo vai render R$ 91,1 mil para cada trabalhador, considerando os três anos. Em relação ao acordo anterior (2011/13), quando foram conquistados R$ 61.386,00, a evolução foi de 48,4%.
Além de registrar avanço nos salários, a proposta vai injetar cerca de R$ 691 milhões na economia do estado neste período, segundo o DIEESE-PR (Departamento Intersindical de Estudos Sócio Econômicos). Apenas com a PLR e o vale-mercado deste ano os metalúrgicos da Renault vão injetar aproximadamente R$ 167 milhões.
“Além de representar uma conquista salarial histórica para o bolso do metalúrgico, a proposta faz com que a roda da economia continue girando, aumentando a produção e incentivando a geração de empregos”, analisa o presidente do SMC, Sérgio Butka.
O Complexo Airton Senna Renault-Nissan emprega cerca de 6000 trabalhadores diretos, sendo 4.900 chão de fábrica, onde são produzidos 60 veículos por hora, totalizando 1.200 unidades por dia. Ali são produzidos o novo Logan, o Sandero, o Sandero Stepway, Duster, pela Renault. Já a Nissan produz o Livina, o Frontier e o Master.
Com a aprovação, o acordo vai render R$ 91,1 mil para cada trabalhador, considerando os três anos. Em relação ao acordo anterior (2011/13), quando foram conquistados R$ 61.386,00, a evolução foi de 48,4%.
Além de registrar avanço nos salários, a proposta vai injetar cerca de R$ 691 milhões na economia do estado neste período, segundo o DIEESE-PR (Departamento Intersindical de Estudos Sócio Econômicos). Apenas com a PLR e o vale-mercado deste ano os metalúrgicos da Renault vão injetar aproximadamente R$ 167 milhões.
“Além de representar uma conquista salarial histórica para o bolso do metalúrgico, a proposta faz com que a roda da economia continue girando, aumentando a produção e incentivando a geração de empregos”, analisa o presidente do SMC, Sérgio Butka.
O Complexo Airton Senna Renault-Nissan emprega cerca de 6000 trabalhadores diretos, sendo 4.900 chão de fábrica, onde são produzidos 60 veículos por hora, totalizando 1.200 unidades por dia. Ali são produzidos o novo Logan, o Sandero, o Sandero Stepway, Duster, pela Renault. Já a Nissan produz o Livina, o Frontier e o Master.
Veja como ficou o acordo:
-Reajuste salarial
2014: INPC + 2,5% de aumento real
2015: INPC + 2,5% de aumento real
2016: INPC + 2,5% de aumento real
-PLR (100% das metas)
2014: R$ 24,8 mil (antecipação de R$ 15,8 mil)
2015: corrigida pelo INPC + 2,5% da data-base do ano anterior
2016: corrigida pelo INPC + 2,5% da data-base do ano anterior
- Vale-mercado:
2014: R$ 300,00 (a partir de abril)
2015: R$ 320,00 (a partir de janeiro)
2016: R$ 340,00 (a partir de janeiro)
Total nos três anos: R$ 91.100,00 por trabalhador
Estimativa DIEESE-PR (2014/16)
Impacto da PLR R$ 488.553.775,96
Impacto do Vale Mercado (41 meses) R$ 81.013.820,00
Impacto do Reajuste Salarial
Mensal R$ 9.167.491,57
Anual R$ 122.202.662,64
Impacto Total R$ 691.770.258,60
-Reajuste salarial
2014: INPC + 2,5% de aumento real
2015: INPC + 2,5% de aumento real
2016: INPC + 2,5% de aumento real
-PLR (100% das metas)
2014: R$ 24,8 mil (antecipação de R$ 15,8 mil)
2015: corrigida pelo INPC + 2,5% da data-base do ano anterior
2016: corrigida pelo INPC + 2,5% da data-base do ano anterior
- Vale-mercado:
2014: R$ 300,00 (a partir de abril)
2015: R$ 320,00 (a partir de janeiro)
2016: R$ 340,00 (a partir de janeiro)
Total nos três anos: R$ 91.100,00 por trabalhador
Estimativa DIEESE-PR (2014/16)
Impacto da PLR R$ 488.553.775,96
Impacto do Vale Mercado (41 meses) R$ 81.013.820,00
Impacto do Reajuste Salarial
Mensal R$ 9.167.491,57
Anual R$ 122.202.662,64
Impacto Total R$ 691.770.258,60
Fonte:http://www.simec.com.br
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