Blog Tradução

sexta-feira, 14 de março de 2014

CTB: Encontro Sindical Nossa América será determinante para AL


O 6º Encontro Sindical Nossa América (Esna), será realizado em Havana, Cuba, nos dias 3 e 4 de maio. O evento se insere em um contexto geopolítico incerto, ao mesmo tempo determinante para as forças políticas populares e democráticas da América Latina e do Caribe, afirmou o secretário de Relações Internacionais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Divanilton Pereira.


No encontro as lideranças sindicais aprovaram uma nota de apoio ao 
presidente Nicolás Maduro| Foto: CTB-RJ

O objetivo do encontro é ser mais que uma plenária sindical e social com fim em si mesma. “É preciso dar efetivação prática e política para garantir um efetivo protagonismo político da classe trabalhadora em nossa região”, afirmou Divanilton Pereira em nota divulgada nesta quinta-feira (13).

O Esna é realizado desde 2008. O primeiro encontro foi realizado em Quito (Equador), seguido por São Paulo, Caracas (Venezuela), Manágua (Nicarágua) e Cidade do México nos anos seguintes. Centenas de delegados de organizações sociais e sindicais de diversos países da América Latina e Caribe participaram dos eventos.

Divanilton afirmou que “esse encontro deve se constituir num grande espaço político para que a classe trabalhadora e seus aliados de Nossa América reafirmem sua estratégia anti-imperialista, antineoliberal e socialista, disputando a integração latino-americana e caribenha de uma forma soberana, complementária e valorizando o trabalho”.

O secretário da entidade sindical ressaltou a importância do momento histórico atual para toda a América Latina: “destacamos que uma nova ofensiva estadunidense e de seus aliados nessa região alcança novos patamares de virulência política e econômica. De um lado, patrocina golpes e desestabilizações contra as experiências governamentais progressistas; por outro, desencadeia ofensiva econômica, tentando inviabilizar os resultados até então alcançados por esses projetos”.

Para ele, “uma nova ofensiva liberal ronda o mundo e a região. Após a sua derrota com a Alca (Área de Livre Comércio das Américas), os EUA buscam por outros meios novas rendições, anexações e controle. O alvo nesse atual estágio está focado na Venezuela, Argentina e Brasil – dentre outros importantes processos –, com o nítido objetivo de fragilizar as maiores bases produtivas e sociais do continente”.

No entanto, o texto garante que “o pensamento sindical classista e socialista em nossa região” seguirá “mantendo sua independência (o que não significa neutralidade política), não permitirá retrocessos e continuará disputando os rumos dessas inéditas experiências governamentais em Nossa América”.

Leia a Declaração de Princípios do 6º Encontro Sindical Nossa América

I. Um importante e nunca suficiente número de trabalhadoras e trabalhadores da nossa América, criamos juntos um espaço de unidade, debate, reflexão e coordenação, com a finalidade de contribuir à unidade de ação, à solidariedade e à luta de toda a nossa classe.

II. Não perguntamos de onde vêm. Queremos – unidos – direcionar para onde a nossa classe e nossos povos caminham juntos. Queremos contribuir com a nossa luta, para a urgente e necessária justiça social relacionada à definitiva libertação da nossa América.

III. Para esta luta estão convocados todos os lutadores e todas as organizações sindicais e sociais com base de trabalhadores que defendam os interesses de classe, sem importar sua afiliação internacional.

IV. Este espaço não tem uma junta de direção com distribuição de cargos, mas um grupo de trabalho coordenador renovável a cada encontro, onde existe a mais ampla e representativa trincheira de luta possível.

V. Abraçamos os interesses comuns da nossa classe, todas as formas de luta e propomos redobrar esforços para conquistar a necessária unidade de ação de todas as organizações existentes, sem que haja competição com elas. Somos internacionalistas.

VI. Caminhamos desde o âmago de nossa história; recolhemos a rebeldia de nossos libertadores, acumulamos a experiência de milhares de batalhas lideradas pelos trabalhadores, estudantes, aposentados e pensionistas, mulheres, indígenas, negros e camponeses por todos os tempos e lugares na nossa América. Acreditamos no socialismo como sistema para o desenvolvimento humano.

VII. Por essa razão, diante do permanente ataque do imperialismo e em meio às diversas crises do capitalismo; resgatamos o crescimento da luta de classes que gera a elevada consciência política, possibilitando a existência dos atuais processos revolucionários e governos de esquerda.

 
VIII. Podemos, devemos e queremos fazer parte da construção histórica da transformação da nossa América, que passa necessariamente pela integração econômica, política e social dos povos da região.

IX. A defesa da democracia, a autodeterminação dos povos e a participação ativa nos processos de transformação social que vive nosso continente.

Fonte: Vermelho

Mulheres ocupam as ruas de São Paulo por vida igual e sem violência

CTB EM DEFESA DOS DIREITOS DA MULHER
A CTB marcou forte presença na concentração do Vão do Masp, na Avenida Paulista e caminhou em bloco com mulheres de todas as idades, todas as cores, num diversidade alegremente festejada com milhares de pessoas marchando para a Praça Roosevelt na Avenida Consolação.
Cinco mil, dez mil, 30 mil, a dúvida pairou no ar, mas pouco importa. As mulheres tingiram o centro da capital paulista de amarelo da CTB, lilás das feministas e muitas outras cores, cantando, sambando, apitando e gritando palavras de ordem contra o machismo.
“Estamos nas ruas pra comemorar as vitórias que ao longo da história fomos conquistas para as mulheres trabalhadoras do Brasil. Neste ano faz 82 anos que conquistamos o direito de votar, mas nunca nos conformamos e lutamos para também podermos ser votadas e almejar o poder. Por isso hoje lutamos por mais mulheres na política como forma de garantir a igualdade entre mulheres e homens”, define a secretaria de Mulheres da CTB Ivânia Pereira.
Já Priscila Neves dos Santos, secretaria de Mulheres da CTB-SP acredita que a principal tarefa é “lutar pela igualdade nas condições de trabalho e nos salários, já que as mulheres trabalham tanto quanto os homens e ganham bem menos”. Além disso, “temos que acabar com a violência doméstica, mostrar que temos valor e exigir mais respeito, afinal mais da metade da população brasileira é composta por mulheres”, apregoa.
As centrais sindicais juntamente com dezenas de outras entidades da sociedade civil resolveram realizar essa marcha unificada no centro financeiro do país e do alto dos edifícios outras mulheres assistiam a alegre e colorida manifestação e até fotografavam. “Hoje, quando muitos pensam que o machismo acabou, ainda sofremos com a violência, a falta de direitos e autonomia”, acentua texto do jornalzinho do movimento.
IVÂNIA, NÁDIA, ADILSON E PRISCILA EM FAVOR DE MAIS PODER ÀS MULHERES
A vice-prefeita paulistana Nádia Campeão enumera três fatores como os primordiais na luta pela emancipação feminina. ”Igualdade no mundo do trabalho é essencial para fazer justiça às mulheres e acabar com a dupla jornada de trabalho também o combate à violência é fundamental porque é impossível em pleno século 21 a mulher continuar apanhando”. Além desses dois fatores ela defende “mais mulheres nos espaços de poder”.
O presidente da CTB, Adilson Araujo ataca o capital que tenta fazer da mulher mero objeto de lucro. Ele lembra a palavra de ordem das femininas que “mulher não é mercadoria” e defende “a necessidade de se contrapor a todas as formas de opressão, preconceitos e intolerância, em especial à violência contra a mulher”, acentua. “Este ato” conclama Adilson, “é um marco importante para reforçar a campanha em favor de mais mulheres na política. Esse é um dos maiores desafios do país”.
Um divisor de águas na manifestação foi a Copa do Mundo com setores atacando a realização do evento. Para Nádia Campeão, no entanto, “a Copa pode ajudar no combate à violência e à exploração sexual das mulheres, crianças e adolescentes dando mais visibilidade a essas questões no país, nas cidades”. Além disso, “a Copa traz mais renda, mais emprego, mais qualificação da juventude e pode inclusive melhorar o futebol brasileiro, especialmente o feminino”, preconiza.
Fonte: PortalCTB

terça-feira, 11 de março de 2014

CTB reforça a pauta trabalhista em reunião com o ministro Manoel Dias

manoel dias mte ctb
Uma comissão de dirigentes da CTB foi recebida nesta quinta-feira (6), em Brasília, pelo ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias. Durante a reunião, os cetebistas reforçaram a pauta trabalhista e reafirmaram a necessidade de o Ministério assumir um papel de maior protagonismo junto às grandes questões de interesse da classe trabalhadora.
O presidente da CTB, Adilson Araújo, destacou a importância de o MTE se colocar como protagonista das grandes discussões que envolvem a classe trabalhadora do país. Para tanto, dirigentes e o próprio ministro veem como uma necessidade urgente o fortalecimento da estrutura do Ministério. “O MTE é um espaço imprescindível para que os interesses da classe trabalhadora sejam defendidos”, pontuou o dirigente.
Nesse sentido, o ministro Manoel Dias informou aos sindicalistas que o governo federal pretende, já em 2014, investir na modernização da estrutura do MTE, com a contratação de ao menos 300 funcionários por meio de concurso público.
Protagonismo
Segundo o vice-presidente da CTB, Joílson Cardoso, a pauta trabalhista defendida pelas centrais sindicais precisa ser destravada no Congresso Nacional e no próprio âmbito do governo federal. Durante a reunião, o dirigente deixou clara a insatisfação do movimento sindical em relação ao andamento de determinados temas. “Tivemos avanços no governo Lula, mas atualmente tudo está parado”, afirmou.
Para Pascoal Carneiro, secretário de Previdência e Aposentados da CTB, cabe ao MTE ter maior protagonismo junto a determinados temas. “Certas pautas têm sido tocadas pelo Ministério da Fazenda ou do Planejamento, quando o ideal seria a condução do MTE", afirma, citando as discussões em torno do seguro-desemprego, da qualificação e da intermediação da mão de obra.
Campanha
Ao final da reunião, os dirigentes da CTB entregaram ao ministro Manoel Dias a camiseta da campanha "VISTA ESSA CAMISA, VENHA PARA A CTB", cujo lançamento oficial será realizado na próxima semana. "A CTB vive um novo momento e contamos com o empenho do ministro para que o sindicalismo classista se fortaleça e conquiste mais avanços para a classe trabalhadora", afirmou Adilson Araújo.
Fonte: PortalCTB

sexta-feira, 7 de março de 2014

CTB-RJ divulga nota oficial em apoio à luta dos garis

garis rio
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - Rio de Janeiro manifesta seu apoio aos trabalhadores da Companhia Municipal de Limpeza Urbana da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro (COMLURB) e o repúdio à demissão dos trabalhadores grevistas. Conhecidos como garis, o trabalhadores da limpeza urbana carioca, pedem um piso salarial de R$ 1,2 mil; aumento no valor do tíquete alimentação diário para R$ 20 e o pagamento de horas-extras para quem trabalhar nos domingos e feriados, como previsto em lei. Os trabalhadores também exigem melhores condições de trabalho e que as negociações sejam reabertas imediatamente.
Os profissionais da limpeza urbana prestam um serviço essencial para o bom funcionamento da cidade e devem ser tratado com respeito pelo poder público. A CTB-RJ repudia com veemência a demissão dos profissionais Garis e defende a reabertura das negociações com readimissão imediata de todos os demitidos.
Repudiamos, também, a truculência e falta de sensibilidade com que a Comlurb vem lidando com o movimento dos trabalhadores. Acreditamos que o diálogo é sempre a melhor forma e consideramos absurda a insensibilidade com a qual a empresa lida com a demissão de trabalhadores e pais de família. Consideramos que seria importante que a Comlurb reveja imediatamente sua política de intransigência e, ao invés de tentar criminalizar a legítima luta dos trabalhadores, comece a pensar em um plano de valorização para os seus profissionais.
Todo apoio à luta dos Garis!
Fonte: PortalCTB

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Brasil se mantém em 4º lugar no ranking global de vendas de veículos

O Brasil fechou 2013 como o 4º maior vendedor mundial de veículos, informou nesta sexta-feira (21) a consultoria Jato Dynamics do Brasil, especializada no setor automotivo. Com 3.575.947 unidades, o país ficou na mesma posição de 2012, mas com queda de 1,6% nas vendas, comparadas com as 3.634.627 unidades do ano anterior.
Mesmo assim, o número foi suficiente para manter o Brasil à frente da Alemanha, que ficou em 5º lugar no ranking, apresentando retração de 4,1% em 2013, com 3.161.669. Em primeiro lugar aparece mais uma vez a China, que atingiu 19.311.225 unidades no período, seguido de Estados Unidos e Japão.

Veja ranking dos países (em unidades):
1. China: 19.311.225
2. Estados Unidos: 15.597.227 
3. Japão: 5.320.994
4. Brasil: 3.575.947
5. Alemanha: 3.161.669
6. Índia: 2.885.509
7. Rússia: 2.777.601
8. Grã-Bretanha: 2.535.810
9. França: 2.157.880
10. Canadá: 1.747.088

Toyota é a principal fabricante do mundo

A fabricante japonesa Toyota fechou 2013 na 1ª colocação do ranking de vendas, com mais de 6 milhões de veículos vendidos globalmente. Em 2º lugar se manteve a alemã Volkswagen, com alta de 5,45% de veículos em relação a 2012. 
A Ford também continua no mesmo posto, a 3ª colocação, operando com crescimento de 10,91%.
Nissan (5ª colocada) e Honda (7ª) foram as que apresentaram recuperação mais expressiva nas vendas de dezembro, com altas de 18,65% e 20,96%, respectivamente, comparando-se com igual período do ano passado.

Veja ranking de marcas (em unidades):
1. Toyota: 6.369.184
2. Volkswagen: 5.964.344
3. Ford: 5.329.633
4. Chevrolet: 4.368.223
5. Nissan: 3.974.149
6. Hyundai: 3.763.073
7. Honda: 3.736.810
8. Kia: 2.169.113
9. Fiat: 1.718.613
10. Renault: 1.692.980

Focus é o carro mais vendido

O modelo mais vendido no mundo em 2013 foi o Ford Focus, ultrapassando 1 milhão de unidades vendidas, sendo que mais de 60% das vendas do modelo ocorreram na China e EUA, informou a Jato Dynamics.
Na sequência, está Toyota Corolla, com 895.925 unidades vendidas. Em 3º lugar, aparece a Ford F-Series, seguida de Hyundai Elantra e Chevrolet Cruize

Veja ranking de carros (em unidades):

1. Ford Focus: 1.023.790
2. Toyota Corolla: 895.925
3. Ford F-Series: 885.727
4. Hyundai Elantra: 844.273
5. Chevrolet Cruze: 720.636
6. Volkswagen Passat: 700.816
7. Toyota Camry: 692.987
8. Honda CR-V: 664.329
9. Ford Fiesta: 649.254
10. Honda Civic: 644.210

Do G1

Estados Unidos expulsam três diplomatas venezuelanos


Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (25) a expulsão de três diplomatas venezuelanos. Segundo a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, a medida foi adotada em reciprocidade à expulsão de três diplomatas norte-americanos da Venezuela, na semana passada, acusados de participação nos protestos de oposição ao governo venezuelano.


Segundo a imprensa de Caracas, os diplomatas Víctor Pisani Azpúrua, Luis Cajal e Marcos García Figueredo, funcionários da embaixada venezuelana em Washington, têm 48 horas para deixar o território dos Estados Unidos.

A decisão da expulsão dos diplomatas venezuelanos de Washington foi anunciada no mesmo dia em que a chancelaria venezuelana anunciou o nome do novo embaixador do país nos Estados Unidos. O franco-estadunidense Maximilian Arvelaéz foi embaixador da Venezuela no Brasil, onde fez um importante trabalho de aproximação da embaixada com movimentos sociais brasileiros. Segundo o governo venezuelano, a iniciativa é uma “nova tentativa de restabelecer relações diplomáticas”.

Venezuela e Estados Unidos retiraram seus embaixadores em 2010 e desde então suas missões diplomáticas foram perdendo representação por causa das crescentes tensões bilaterais.

Em outubro, os Estados Unidos expulsaram Calixto Ortega, encarregado de negócios venezuelano em Washington; a segunda secretária da embaixada venezuelana na capital, Mónica Alejandra Sánchez Morales; e a cônsul em Houston, Marisol Gutiérrez de Almeida.

Foi uma resposta à expulsão pela Venezuela da encarregada de negócios de EUA, Kelly Keirderling; além da de Elizabeth Hoffman, da seção política, e a do vice-cônsul Dave Moo, acusados de se reunirem com "a extrema direita venezuelana" para apoiar planos de sabotagem e desestabilização.

Com Agência Brasil e R7

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

CTB-RS entrega reivindicações da categoria à presidenta Dilma


Mais uma vez o presidente da CTB-RS e da Fecosul (Federação dos Empregados no Comércio de Bens e de Serviços do RS), Guiomar Vidor, entregou à presidenta Dilma Rousseff um documento para reforçar as reivindicações dos trabalhadores.


Segundo o dirigente, o documento reafirma a necessidade das mudanças, iniciadas em 2002, com a eleição do presidente Lula, e que este projeto precisa ser aprofundado, com o desenvolvimento duradouro do País e com a valorização do trabalho. “Para isso precisamos garantir as conquistas e avançar nos direitos dos trabalhadores”, afirma Guiomar.

O documento destaca a necessidade do fim imediato do Fator Previdenciário; a valorização e o reajuste digno das aposentadorias; as Convenções 158 e 151 da OIT; a Jornada de 40 horas semanais sem redução de salário; o sepultamento do PL 4330, que amplia a terceirização e retira direitos; e a renovação da política de valorização do Salário Mínimo Nacional, que tantos benefícios tem trazido aos trabalhadores e ao desenvolvimento do país.

O entrega aconteceu em Caxias do Sul, onde a presidenta esteve nesta quinta-feira (20) por ocasião da abertura da Festa Nacional da Uva e entrega de máquinas do PAC2 Mobilidade Urbana e Desenvolvimento no Campo, para 118 municípios do Estado.


Fonte: Vermelho

Coletivo de Igualdade Racial da CTB prepara agenda de lutas 2014


Na última quinta-feira (20), o Coletivo de Igualdade Racial da CTB se reuniu na sede da entidade para fazer um balanço das atividades realizadas no último período e preparar as próximas ações. Entre as principais atividades para 2014 está o lançamento da revista Rebele-se! em abril e uma atividade conjunta nos estados em 21 de março, Dia Internacional Contra a Discriminação Racial.


CTB
O Coletivo de Igualdade Racial da CTB tem como meta este ano trabalhar mais em parceria com outras secretarias, entre elas, a de Mulheres, de Juventude, Meio Ambiente e Políticas Sociais
O Coletivo de Igualdade Racial da CTB tem como meta este ano trabalhar mais em parceria com outras secretarias, entre elas, a de Mulheres, de Juventude, Meio Ambiente e Políticas Sociais
A reunião coordenada pela secretária de Igualdade Racial, Mônica Custódio, contou com a presença de Gilberto Coelho de Santanz, secretário Estadual de Igualdade Racial da CTB-RJ e do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Saneamento Básico e Meio Ambiente do Rio de Janeiro e Região – Sintsama; Antonio Carlos Suzart do Sindicato dos Comerciários de Salvador (Sindcom); Everaldo Vieira, Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari; Silvio Pinheiro, secretário Estadual de Igualdade da CTB- BA; Nestor Dória, Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos de SP (Sintect) e a assessora Liliana Ferreira .

O coletivo aprovou trabalhar de forma transversal e de composição com as outras secretarias, prioritariamente com a de Mulheres, a de Políticas Sociais, de Juventude e de Meio Ambiente. 

Além da atividade do dia 21 de março e do lançamento da revista Rebele-se!, o coletivo definiu um encontro das Centrais Sindicais para o mês de maio. 


Fonte: Vermelho