64% dos paulistanos julgam governo Kassab de regular a péssimo
A avaliação da gestão demo-tucana na capital paulista continua em queda. Pesquisa do Datafolha divulgada nesta terça-feira (30) mostra que o governo do prefeito Gilberto Kassab, continuador da administração Serra, é considerado ruim ou péssimo por 34% dos paulistanos. Outros 30% consideram a gestão regular e 34% ótima ou boa.
Kassab foi eleito com ajuda de Serra prometendo continuar o trabalho do tucano
O índice dos que consideram sua administração ruim ou péssima é o maior registrado desde agosto de 2007. Na última pesquisa, realizada em dezembro de 2009, esse percentual era de 27%. Somados os 34% de ruim-péssimo com os 30% de regular, temos uma situação em que 64% dos paulistanos, a ampla maioria, não aprova o modo demo-tucano de administrar.
De dezembro a março, a aprovação ao prefeito caiu cinco pontos, passando de 39% para 34%. O instituto lembra que Kassab enfrentou, entre dezembro e fevereiro, um período de desgaste devido às fortes chuvas que atingiram a capital paulista. Porém, sua trajetória de queda vem desde 2008.
"Pode ter alguma relação com as chuvas, mas a avaliação do governo vem em uma trajetória de queda desde a eleição de 2008", destaca Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.
Kassab, que havia assumido a prefeitura em 2006 após a renúncia de José Serra foi reeleito em 2008 com a ajuda do governador tucano. Durante toda a campanha à reeleição, Kassab frisou que iria continuar o "trabalho de José Serra". Boa parte do secretariado de Kassab é formada por tucanos ligados a Serra.
O instituto ouviu 1.081 moradores de São Paulo, nos dias 25 e 26 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Blog Tradução
terça-feira, 30 de março de 2010
Record desmascara conluio Serra/Globo
Levado ao ar hoje à noite, o programa Domingo Espetacular, da TV Record, traz uma denúncia bombástica sobre as promíscuas relações entre o governador José Serra, o presidenciável demo-tucano, e a poderosa Rede Globo de Televisão.
Meses atrás, a emissora mostrou que a famíglia Marinho invadiu um terreno pertencente ao governo de São Paulo. Devido à repercussão das denúncias, a Rede Globo anunciou recentemente a construção de uma escola técnica no terreno – avaliado em mais de R$ 11 milhões –, em parceria com o governo paulista, “na tentativa de mascarar o ato ilegal e a omissão do Estado”, segundo afirma o Portal R-7.
A reportagem sobre bastidores da negociata traz entrevistas com vários especialistas – entre eles, o professor Laurindo Lalo Leal Filho – e mostra a irritação do governador José Serra quando perguntado sobre a maracutaia. Vale à pena conferir o vídeo, que já está disponível no endereço http://www.r7.com -
Levado ao ar hoje à noite, o programa Domingo Espetacular, da TV Record, traz uma denúncia bombástica sobre as promíscuas relações entre o governador José Serra, o presidenciável demo-tucano, e a poderosa Rede Globo de Televisão.
Meses atrás, a emissora mostrou que a famíglia Marinho invadiu um terreno pertencente ao governo de São Paulo. Devido à repercussão das denúncias, a Rede Globo anunciou recentemente a construção de uma escola técnica no terreno – avaliado em mais de R$ 11 milhões –, em parceria com o governo paulista, “na tentativa de mascarar o ato ilegal e a omissão do Estado”, segundo afirma o Portal R-7.
A reportagem sobre bastidores da negociata traz entrevistas com vários especialistas – entre eles, o professor Laurindo Lalo Leal Filho – e mostra a irritação do governador José Serra quando perguntado sobre a maracutaia. Vale à pena conferir o vídeo, que já está disponível no endereço http://www.r7.com -
segunda-feira, 29 de março de 2010
CTB é a terceira maior central do Brasil
Agora é oficial. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), com apenas dois anos de existência, é a terceira maior central sindical do país. O despacho do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi que traz esta informação, foi publicado nesta segunda-feira (29/03) no Diário Oficial da União (DOU).
Nesta segunda-feira (29/3), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o balanço de representatividade das centrais sindicais e a CTB já está em terceiro lugar. Fundada em dezembro de 2007, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) é a mais nova dentre as seis centrais sindicais que atuam no país. Contudo, sua ideologia classista, plural e democrática, rapidamente vem ganhando espaço no cenário sindical nacional.
O balanço divulgado afere a representatividade das centrais, a partir da análise dos índices de sindicalização dos sindicatos filiados às centrais sindicais, conforme determina a Lei 11.648, de 2008, que dispõe sobre o reconhecimento formal das centrais sindicais. Para garantir reconhecimento oficial e ter direito ao recebimento do repasse do imposto sindical, uma central tem que atingir ao menos 5% de representatividade.
O balanço divulgado no DOU revela o índice de representatividade de cada uma das seis centrais atualmente regulares no Brasil: a Central Única dos Trabalhadores (CUT) permanece como a maior central, tendo 38,23% de repsresentatividade segundo os critérios da lei. Em seguida, vem a Força Sindical, com 13,71%. A CTB consolida-se como a terceira maior central do país, embora seja a de fundação mais recente, com o índice de 7,55% de representatividade. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) atingiu o índice de 7,19%, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), 6,69% e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) passa perto do índice de corte, com representatividade de 5,04%.
Mais responsabilidade
Para o secretário geral da CTB, Pascoal Carneiro, a divulgação dessa representatividade em ano eleitoral, aumenta a responsabilidade da Central, pois as bandeiras de luta como: redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, valorização do salário mínimo e das aposentadorias precisam ser intensificadas no sentido de contar com o maior apoio da opinião pública.
“Esse resultado faz com que a CTB se mobilize em todos os estados da federação, visando à elaboração de uma plataforma comum com outras centrais para, ativamente, pensar na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, que acontecerá 01 de junho, no estádio do Pacaembu, em São Paulo”, diz Pascoal.
Segundo o presidente da Central, Wagner Gomes, esse resultado é uma vitória da política classista da CTB, que é uma central plural e democrática. “Esse resultado serve de incentivo para continuarmos crescendo cada vez mais e lutando pela melhoria dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, e conclui “Vida longa a CTB”.
Agora é oficial. A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), com apenas dois anos de existência, é a terceira maior central sindical do país. O despacho do Ministro do Trabalho, Carlos Lupi que traz esta informação, foi publicado nesta segunda-feira (29/03) no Diário Oficial da União (DOU).
Nesta segunda-feira (29/3), foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) o balanço de representatividade das centrais sindicais e a CTB já está em terceiro lugar. Fundada em dezembro de 2007, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) é a mais nova dentre as seis centrais sindicais que atuam no país. Contudo, sua ideologia classista, plural e democrática, rapidamente vem ganhando espaço no cenário sindical nacional.
O balanço divulgado afere a representatividade das centrais, a partir da análise dos índices de sindicalização dos sindicatos filiados às centrais sindicais, conforme determina a Lei 11.648, de 2008, que dispõe sobre o reconhecimento formal das centrais sindicais. Para garantir reconhecimento oficial e ter direito ao recebimento do repasse do imposto sindical, uma central tem que atingir ao menos 5% de representatividade.
O balanço divulgado no DOU revela o índice de representatividade de cada uma das seis centrais atualmente regulares no Brasil: a Central Única dos Trabalhadores (CUT) permanece como a maior central, tendo 38,23% de repsresentatividade segundo os critérios da lei. Em seguida, vem a Força Sindical, com 13,71%. A CTB consolida-se como a terceira maior central do país, embora seja a de fundação mais recente, com o índice de 7,55% de representatividade. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) atingiu o índice de 7,19%, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), 6,69% e a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) passa perto do índice de corte, com representatividade de 5,04%.
Mais responsabilidade
Para o secretário geral da CTB, Pascoal Carneiro, a divulgação dessa representatividade em ano eleitoral, aumenta a responsabilidade da Central, pois as bandeiras de luta como: redução da jornada de trabalho, o fim do fator previdenciário, valorização do salário mínimo e das aposentadorias precisam ser intensificadas no sentido de contar com o maior apoio da opinião pública.
“Esse resultado faz com que a CTB se mobilize em todos os estados da federação, visando à elaboração de uma plataforma comum com outras centrais para, ativamente, pensar na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, que acontecerá 01 de junho, no estádio do Pacaembu, em São Paulo”, diz Pascoal.
Segundo o presidente da Central, Wagner Gomes, esse resultado é uma vitória da política classista da CTB, que é uma central plural e democrática. “Esse resultado serve de incentivo para continuarmos crescendo cada vez mais e lutando pela melhoria dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”, e conclui “Vida longa a CTB”.
sábado, 27 de março de 2010

CTB lança revista em defesa dos trabalhadores
Foi durante o 2º Encontro de Comunicação da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, que a entidade sindical anunciou o lançamento de seu mais novo instrumento de comunicação: a revista Visão Classista. “Será uma revista para travar a luta de ideias”, apresentou Eduardo Navarro, diretor de comunicação da Central.
O objetivo da publicação, que integra ao lado do Portal da CTB e do Jornal da CTB o sistema de comunicação da entidade, é apresentar de forma mais aprofundada a visão classista da CTB sobre a luta dos trabalhadores por mais direitos, mais democracia e pelo desenvolvimento soberano do Brasil.
O surgimento de mais um veículo do campo da mídia alternativa, que não se alinha à orientação da mídia hegemonizada pelos conservadores, é um fato a ser comemorado num país onde a luta dos trabalhadores tem tão pouco espaço nos meios de comunicação.
Segundo Navarro, tanto o Portal da CTB quanto a revista Visão Classista se diferenciam dos instrumentos das outras entidades sindicais por dar espaço a vários temas e acontecimentos, não apenas aos relacionados diretamente à atividade da CTB. Tudo o que for de interesse dos trabalhadores tem espaço nestes veículos.
Parabéns à CTB por esta importante iniciativa.
Foi durante o 2º Encontro de Comunicação da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, que a entidade sindical anunciou o lançamento de seu mais novo instrumento de comunicação: a revista Visão Classista. “Será uma revista para travar a luta de ideias”, apresentou Eduardo Navarro, diretor de comunicação da Central.
O objetivo da publicação, que integra ao lado do Portal da CTB e do Jornal da CTB o sistema de comunicação da entidade, é apresentar de forma mais aprofundada a visão classista da CTB sobre a luta dos trabalhadores por mais direitos, mais democracia e pelo desenvolvimento soberano do Brasil.
O surgimento de mais um veículo do campo da mídia alternativa, que não se alinha à orientação da mídia hegemonizada pelos conservadores, é um fato a ser comemorado num país onde a luta dos trabalhadores tem tão pouco espaço nos meios de comunicação.
Segundo Navarro, tanto o Portal da CTB quanto a revista Visão Classista se diferenciam dos instrumentos das outras entidades sindicais por dar espaço a vários temas e acontecimentos, não apenas aos relacionados diretamente à atividade da CTB. Tudo o que for de interesse dos trabalhadores tem espaço nestes veículos.
Parabéns à CTB por esta importante iniciativa.
sexta-feira, 26 de março de 2010
CTB reforça laços internacionais em viagens pela Ásia
A CTB ampliou sua participação no cenário sindical mundial durante o mês de março, ao realizar duas importantes viagens pelo continente asiático. Tanto o secretário de relações internacionais da CTB, Severino Almeida, quanto seu adjunto, João Batista Lemos, participaram de importantes atividades em diferentes cidades no Vietnã e na China.

João Batista Lemos
No Vietnã, os dois dirigentes da CTB participaram da 4ª Reunião do Conselho Presidencial da Federação Sindical Mundial (FSM), na cidade de Ho Chi Minh. A atividade teve como principal finalidade convocar o 16ª Congresso da Federação— marcado para abril de 2011, em Atenas — e fazer um balanço do congresso mais recente, realizado em 2008, em Havana.
De acordo com Batista, os resultados do encontro em Ho Chi Minh foram “extremamente positivos”. Ele destacou a intervenção feita por Severino Almeida e valorizou a convocação do Dia Internacional de Luta em Defesa do Emprego, dos Direitos Trabalhistas e Contra a Exploração, a ser realizado em 10 de setembro deste ano.
“Nosso secretário fez uma bela defesa da independência da FSM, a partir do ponto de vista de classe, distinguindo-o das relações com governos e principalmente do capital”, relatou Batista, que também enfatizou a importância do debate sobre a filiação de novas entidades à FSM — como a CTB, por exemplo — e o apoio a iniciativas internacionais como as Uniões Internacionais de Sindicatos (UIS).
China
A viagem à China também foi bastante proveitosa, segundo o relato feito por Batista. Os dois dirigentes cetebistas percorreram as cidades de Xangai e Xian, onde puderam se reunir com importantes representações de trabalhadores do país e conhecer um pouco mais sobre o sindicalismo chinês.
Após o contato com dirigentes de sindicatos distintos como o dos metalúrgicos e marítimos, além de interagir com um sindicato de empresa (da indústria de matérias elétricos do país) com 90 anos de existência, Batista entende que a crise econômica mundial causou pequenos danos à economia chinesa.
“Mesmo com a abrangência da crise, foi possível constatar todo o vigor da economia da China, bem como a real participação dos trabalhadores nas decisões de seus sindicatos”, comentou o dirigente.
Batista destacou também a iniciativa dos sindicatos dos Metalúrgicos e dos Marítimos de Xian, que viram a necessidade de reforçar laços com os trabalhadores brasileiros, por meio de convênios internacionais. “Esse será um grande aprendizado para os trabalhadores dos sindicatos filiados à CTB. Já apresentamos essa proposta à nossa Presidência e certamente em breve colocaremos em prática esse intercâmbio”, concluiu.
A CTB ampliou sua participação no cenário sindical mundial durante o mês de março, ao realizar duas importantes viagens pelo continente asiático. Tanto o secretário de relações internacionais da CTB, Severino Almeida, quanto seu adjunto, João Batista Lemos, participaram de importantes atividades em diferentes cidades no Vietnã e na China.

João Batista Lemos
No Vietnã, os dois dirigentes da CTB participaram da 4ª Reunião do Conselho Presidencial da Federação Sindical Mundial (FSM), na cidade de Ho Chi Minh. A atividade teve como principal finalidade convocar o 16ª Congresso da Federação— marcado para abril de 2011, em Atenas — e fazer um balanço do congresso mais recente, realizado em 2008, em Havana.
De acordo com Batista, os resultados do encontro em Ho Chi Minh foram “extremamente positivos”. Ele destacou a intervenção feita por Severino Almeida e valorizou a convocação do Dia Internacional de Luta em Defesa do Emprego, dos Direitos Trabalhistas e Contra a Exploração, a ser realizado em 10 de setembro deste ano.
“Nosso secretário fez uma bela defesa da independência da FSM, a partir do ponto de vista de classe, distinguindo-o das relações com governos e principalmente do capital”, relatou Batista, que também enfatizou a importância do debate sobre a filiação de novas entidades à FSM — como a CTB, por exemplo — e o apoio a iniciativas internacionais como as Uniões Internacionais de Sindicatos (UIS).
China
A viagem à China também foi bastante proveitosa, segundo o relato feito por Batista. Os dois dirigentes cetebistas percorreram as cidades de Xangai e Xian, onde puderam se reunir com importantes representações de trabalhadores do país e conhecer um pouco mais sobre o sindicalismo chinês.
Após o contato com dirigentes de sindicatos distintos como o dos metalúrgicos e marítimos, além de interagir com um sindicato de empresa (da indústria de matérias elétricos do país) com 90 anos de existência, Batista entende que a crise econômica mundial causou pequenos danos à economia chinesa.
“Mesmo com a abrangência da crise, foi possível constatar todo o vigor da economia da China, bem como a real participação dos trabalhadores nas decisões de seus sindicatos”, comentou o dirigente.
Batista destacou também a iniciativa dos sindicatos dos Metalúrgicos e dos Marítimos de Xian, que viram a necessidade de reforçar laços com os trabalhadores brasileiros, por meio de convênios internacionais. “Esse será um grande aprendizado para os trabalhadores dos sindicatos filiados à CTB. Já apresentamos essa proposta à nossa Presidência e certamente em breve colocaremos em prática esse intercâmbio”, concluiu.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Protógenes Queiroz participa de ato político e palestra em S. Caetano
Protógenes Queiroz esteve ontem em São Caetano para dois compromissos, primeiro esteve no diretório municipal do PCdoB, onde conversou com militantes do partido pelo qual deve concorrer às eleições deste ano para o cargo de deputado federal, e também fez palestra na USCS (Universidade de São Caetano do Sul) com o tema Corrupção no Brasil e Gestão Pública.
Protógenes Queiroz esteve ontem em São Caetano para dois compromissos, primeiro esteve no diretório municipal do PCdoB, onde conversou com militantes do partido pelo qual deve concorrer às eleições deste ano para o cargo de deputado federal, e também fez palestra na USCS (Universidade de São Caetano do Sul) com o tema Corrupção no Brasil e Gestão Pública. Protógenes Queiroz ficou conhecido nacionalmente por sua atuação à frente da "Operação Satiagraha", que prendeu empresários e políticos como Celso Pitta e o proprietário do Banco Opportunity, Daniel Dantas. Além disso, efetuou prisões como a de Paulo Maluf e do contrabandista Law Kin Chong. Aos militantes, o delegado falou sobre a organização da militância. "Vim até o diretório conversar com os companheiros e também com funcionários da GM para conclamar o povo do ABC a participar do processo político, para que possamos ocupar o espaço hoje ocupado por corruptos. Eu posso falar isso porque estou há 11 anos combatendo a corrupção na Polícia Federal, já recuperamos R$ 10 bilhões para os cofres públicos; não vamos deixar espaço para os políticos corruptos", discursou.Ele também falou sobre o seu trabalho na polícia e as prisões que realizou de políticos influentes. "Eu fiz uma prestação de contas de um servidor que cumpriu o seu dever". Protógenes está afastado do cargo após notícia de uso de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). "Eu fui afastado por aqueles que querem proteger os corruptos", disse ontem ao REPÓRTER.Perguntado se o discurso de combate aos corruptos, já não tem caído, como se diz no popular, no lugar comum, já que muitos políticos usam essa estratégia em discursos, Queiroz disse que o eleitor sabe diferenciar os discursos verdadeiros das falácias. "Hoje a população está muito amadurecida e não aceita mais esses discursos vazios", concluiu.


Protógenes em frente a sede do PCdoB de São Caetano, ontem
quarta-feira, 24 de março de 2010
PARABÉNS PCdoB 88 ANOS DE LUTA EM DEFESA DO POVO E DO BRASIL!!!
O Partido Comunista do Brasil foi fundado no Rio de Janeiro em 25 de março de 1922. É o partido mais antigo em funcionamento no Brasil. Atua em todas as grandes lutas do povo brasileiro. Participou da Constituinte de 1945, da Campanha O Petróleo é Nosso. Foi reestruturado em 1962, quando passou a adotar a sigla PCdoB. Em vários momentos da história, foi colocado na clandestinidade. O PCdoB lutou contra o regime militar e dirigiu a Guerrilha do Araguaia. Foi legalizado após o fim da ditadura, em 1985.Vive hoje uma das fases mais ricas
O PCdoB é um partido marxista-leninista e tem como objetivos a conquista da soberania nacional, a emancipação dos trabalhadores e a construção do socialismo e da sociedade comunista. Defende o Brasil, o regime representativo e democrático, a independência nacional, o pluralismo partidário e os direitos da pessoa humana.
Hoje o Partido Comunista do Brasil vive um momento privilegiado. Possui uma expressiva participação institucional, com uma expressiva bancada parlamentar no congresso, assembléias legislativas e câmara municipais. Possui prefeitos, secretários e até ministro de Estado. Principalmente, o PCdoB dirige e influencia importantes entidades de massa: estudantis, sindicais e comunitárias. É força destacada no movimento negro, de juventude e de mulheres.
Mas, nem sempre foi assim. Inúmeras vezes, as forças conservadoras anunciaram sua extinção. Isso aconteceu durante o Estado Novo e na Ditadura Militar. No auge do neoliberalismo, também, muitos foram aqueles que anunciaram sua morte. Mas, teimosamente, os comunistas insistem em ressurgir das cinzas.
VIVA OS 88 ANOS DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PCdoB)!!!
O Partido Comunista do Brasil foi fundado no Rio de Janeiro em 25 de março de 1922. É o partido mais antigo em funcionamento no Brasil. Atua em todas as grandes lutas do povo brasileiro. Participou da Constituinte de 1945, da Campanha O Petróleo é Nosso. Foi reestruturado em 1962, quando passou a adotar a sigla PCdoB. Em vários momentos da história, foi colocado na clandestinidade. O PCdoB lutou contra o regime militar e dirigiu a Guerrilha do Araguaia. Foi legalizado após o fim da ditadura, em 1985.Vive hoje uma das fases mais ricas
O PCdoB é um partido marxista-leninista e tem como objetivos a conquista da soberania nacional, a emancipação dos trabalhadores e a construção do socialismo e da sociedade comunista. Defende o Brasil, o regime representativo e democrático, a independência nacional, o pluralismo partidário e os direitos da pessoa humana.
Hoje o Partido Comunista do Brasil vive um momento privilegiado. Possui uma expressiva participação institucional, com uma expressiva bancada parlamentar no congresso, assembléias legislativas e câmara municipais. Possui prefeitos, secretários e até ministro de Estado. Principalmente, o PCdoB dirige e influencia importantes entidades de massa: estudantis, sindicais e comunitárias. É força destacada no movimento negro, de juventude e de mulheres.
Mas, nem sempre foi assim. Inúmeras vezes, as forças conservadoras anunciaram sua extinção. Isso aconteceu durante o Estado Novo e na Ditadura Militar. No auge do neoliberalismo, também, muitos foram aqueles que anunciaram sua morte. Mas, teimosamente, os comunistas insistem em ressurgir das cinzas.
VIVA OS 88 ANOS DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PCdoB)!!!
Encontro de FHC com Joaquim Roriz abre nova crise no PSDB
A eclosão de uma nova crise entre tucanos está prejudicando o imenso esforço do governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência, José Serra, para animar o PSDB e atrair o interesse dos eleitores. Serra já inaugurou uma maquete de ponte, já descerrou duas placas longe das estradas que teria construído e, ontem, “inaugurou” a demolição de alguns prédios no centro paulistano que vai consumir cinco meses. Foi frustrado, porque os líderes nacionais do tucanato “inauguraram” outra briga interna, novamente provocada por uma iniciativa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O motivo da cizânia mais recente é um encontro de Fernando Henrique, ocorrido segunda-feira na sua residência, em São Paulo, com o ex-governador do Distrito Federal e candidato a mais um mandato, Joaquim Roriz. Alvo de seis notícias crimes e cinco inquéritos no Superior Tribunal de Justiça, senador que renunciou ao mandato para não ser cassado por corrupção, em 2007, além de alvo recorrente e atual de investigações do Ministério Público e da Polícia Federal, Roriz foi contemplado por Fernando Henrique com duas horas de conversa em que o ex-governador prometeu apoiar a candidatura presidencial de José Serra garantindo-lhe um palanque no Distrito Federal
Os tucanos consideraram desastroso o encontro patrocinado por seu antigo líder. O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), reagiu com moderada insatisfação. Mas o líder do partido no Senado, Artur Virgílio, desqualificou e desautorizou Fernando Henrique como articulador de acordos eleitorais.
“O caminho para selar ou não um acordo não é Fernando Henrique. Ele vai ser um militante de peso, mas não é seu papel selar acordos”, afirmou Virgílio, que também desqualificou Roriz.
“Não vejo porque temos que nos nivelar por baixo. O Distrito Federal n~zao precisa de um cacique para mandar o eleitor votar no Serra. Essa é uma estratégia vovó, antiga, de fazer palanque por região”.
Apesar da manifestação pública de contrariedade das lideranças tucanas, o encontro de Fernando Henrique com Roriz sucedeu a várias semanas de conversas do ex-governador com parlamentares e dirigentes locais e nacionais do PSDB. Recentemente traído pelo PMDB e filiado ao nanico PSC, Roriz está à caça de um grande partido que lhe dê amparo político e eleitoral. Do respaldo eleitoral ele precisa, especialmente, para ocupar espaço na televisão: já o respaldo político lhe é até mais necessário, porque é de conhecimento geral, inclusive da Polícia Federal e do Ministério Público, que está nos governos dele a gênese do mensalão do DEM que custou, até agora, a liberdade e o mandato de seu sucessor e ex-afilhado político José Roberto Arruda. É certo que Roriz será arrastado para o centro das investigações do mensalão que Arruda passou a comandar quando conquistou o governo.
No início deste mês, o Ministério Público decidiu chamar a depor a deputada Eurides Brito (PMDB), secretária da Educação nos governos de Roriz, e o ex-secretário de Planejamento José Luiz Vieira Neves, para que forneçam detalhes sobre os vínculos entre Roriz e o mensalão do DEM. Durval Barbosa, o delator da quadrilha de Arruda, também é instado a falar sobre o funcionamento do esquema nos governos de Roriz.
E há mais. Após dois anos de investigação, em meio às quais Roriz renunciou ao Senado, o Ministério Público está concluindo o texto de uma ação de improbidade contra ele. É acusado de receber propina de R$ 2,2 milhões para facilitar um negócio de aproximadamente R$ 44 milhões para o empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas. O dinheiro teria sido pago a Roriz em troca da mudança de destinação de um terreno de 80 mil metros quadrados em Brasília.
A eclosão de uma nova crise entre tucanos está prejudicando o imenso esforço do governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência, José Serra, para animar o PSDB e atrair o interesse dos eleitores. Serra já inaugurou uma maquete de ponte, já descerrou duas placas longe das estradas que teria construído e, ontem, “inaugurou” a demolição de alguns prédios no centro paulistano que vai consumir cinco meses. Foi frustrado, porque os líderes nacionais do tucanato “inauguraram” outra briga interna, novamente provocada por uma iniciativa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O motivo da cizânia mais recente é um encontro de Fernando Henrique, ocorrido segunda-feira na sua residência, em São Paulo, com o ex-governador do Distrito Federal e candidato a mais um mandato, Joaquim Roriz. Alvo de seis notícias crimes e cinco inquéritos no Superior Tribunal de Justiça, senador que renunciou ao mandato para não ser cassado por corrupção, em 2007, além de alvo recorrente e atual de investigações do Ministério Público e da Polícia Federal, Roriz foi contemplado por Fernando Henrique com duas horas de conversa em que o ex-governador prometeu apoiar a candidatura presidencial de José Serra garantindo-lhe um palanque no Distrito Federal
Os tucanos consideraram desastroso o encontro patrocinado por seu antigo líder. O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), reagiu com moderada insatisfação. Mas o líder do partido no Senado, Artur Virgílio, desqualificou e desautorizou Fernando Henrique como articulador de acordos eleitorais.
“O caminho para selar ou não um acordo não é Fernando Henrique. Ele vai ser um militante de peso, mas não é seu papel selar acordos”, afirmou Virgílio, que também desqualificou Roriz.
“Não vejo porque temos que nos nivelar por baixo. O Distrito Federal n~zao precisa de um cacique para mandar o eleitor votar no Serra. Essa é uma estratégia vovó, antiga, de fazer palanque por região”.
Apesar da manifestação pública de contrariedade das lideranças tucanas, o encontro de Fernando Henrique com Roriz sucedeu a várias semanas de conversas do ex-governador com parlamentares e dirigentes locais e nacionais do PSDB. Recentemente traído pelo PMDB e filiado ao nanico PSC, Roriz está à caça de um grande partido que lhe dê amparo político e eleitoral. Do respaldo eleitoral ele precisa, especialmente, para ocupar espaço na televisão: já o respaldo político lhe é até mais necessário, porque é de conhecimento geral, inclusive da Polícia Federal e do Ministério Público, que está nos governos dele a gênese do mensalão do DEM que custou, até agora, a liberdade e o mandato de seu sucessor e ex-afilhado político José Roberto Arruda. É certo que Roriz será arrastado para o centro das investigações do mensalão que Arruda passou a comandar quando conquistou o governo.
No início deste mês, o Ministério Público decidiu chamar a depor a deputada Eurides Brito (PMDB), secretária da Educação nos governos de Roriz, e o ex-secretário de Planejamento José Luiz Vieira Neves, para que forneçam detalhes sobre os vínculos entre Roriz e o mensalão do DEM. Durval Barbosa, o delator da quadrilha de Arruda, também é instado a falar sobre o funcionamento do esquema nos governos de Roriz.
E há mais. Após dois anos de investigação, em meio às quais Roriz renunciou ao Senado, o Ministério Público está concluindo o texto de uma ação de improbidade contra ele. É acusado de receber propina de R$ 2,2 milhões para facilitar um negócio de aproximadamente R$ 44 milhões para o empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas. O dinheiro teria sido pago a Roriz em troca da mudança de destinação de um terreno de 80 mil metros quadrados em Brasília.
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