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quarta-feira, 11 de março de 2015
PL 4330 é “um assalto
Para CTB, PL 4330 é “um assalto à dignidade humana”
Conforme explica Joilson Antônio Cardoso, vice-presidente da CTB, que as centrais lutam para impedir a aprovação do PL (Projeto de Lei) 4330 desde o início de sua tramitação em 2004 e a CTB desde a sua fundação em 2007. “O PSB e o PCdoB fecharam questão contra o projeto da terceirização, atendendo a reivindicação da CTB”, afirma.
A pressão exercida pelos protestos das centrais sindicais como a ocupação de aeroportos feita pela CTB, as manifestações nos estados e a participação dos trabalhadores em todos os debates que ocorrem no país, apresentou resultados. “É a pressão das ruas, é a mobilização da CTB e das centrais sindicais que fará enterrar esse Frankenstein que é o PL 4330”, ressalta o vice-presidente da CTB.
Joilson Cardoso conta que na terça-feira (10) aconteceu uma reunião em BRASÍLIA
onde as centrais prometeram realizar grandes manifestações para que o PL 4330 seja definitivamente arquivado. “Na semana passada, conseguimos impedir a votação do PL, que havia sido adiada para o dia 18. Agora haverá uma audiência pública nesse dia para discutir a terceirização”, sinaliza.
Ele ressalta que a atuação da CTB, juntamente com as demais centrais foi fundamental para impedir a votação do projeto na semana passada. Para o vice-presidente da CTB, a posição de 19, entre os 27 ministros do TST (Tribunal Superior do Trabalho) contrária à aprovação do PL 4330 e a posição da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho) tem somado às atividades dos trabalhadores com intuito de barrar esse “Frankenstein sem coração, um verdadeiro ser sem alma e principalmente sem os princípios das relações do trabalho”, ataca.
Além de precarizar o trabalho, o projeto da terceirização “é um assalto aos direitos da classe trabalhadora. Assalto ao salário, porque os terceirizados recebem 27% a menos, à saúde, porque 8 em cada 10 mortes vitimam os terceirizados”, diz Joilson Cardoso. Para ele, o projeto de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO) prejudica a sociedade brasileira. “Reduz a seguridade social e impacta o INSS com o grande número de acidentes do trabalho. A terceirização proposta por esse projeto beneficia a concentração de renda com a renúncia fiscal, onde o Estado passa a arrecadar menos”, explica o dirigente cetebista.
“Também é um assalto à estabilidade no emprego, onde gera uma rotatividade infinitamente maior do que entre os trabalhadores permanentes, enfim é um assalto à dignidade humana”, ressalta Joilson Cardoso. Ele diz que as centrais sindicais visam regulamentar a terceirização na atividade meio com critérios, ao mesmo tempo não permitir a terceirização na atividade fim. Assim mesmo, quando houver necessidade. “A proposta das centrais está na Casa Civil há anos”, denuncia. “Não apoiamos essa fraude generalizada que é o PL 4330. Nessa luta incluímos a pauta do trabalhador para regulamentar, não para escancarar a terceirização”, proclama.
No dia 17, os sindicalistas desenvolverão atividades de articulação política para acompanhar a audiência pública marcada para a quarta-feira (18) e “junto com os partidos que fecharam questão contra esse projeto encaminhar os rumos da campanha contra a terceirização escancarada”, define o vice-presidente da CTB. Para ele, a instauração de um painel nas principais capitais do país com os nomes dos deputados favoráveis aos trabalhadores afixados pode conseguir mais uma VITÓRIA
. “Os painéis devem indicar uma forma de os trabalhadores entrarem em contato com os deputados de seus estados para a derrubada desse PL tão pernicioso ao trabalho”, sinaliza.
Marcos Aurélio Ruy – Portal CTB
domingo, 8 de março de 2015
8 de Março dia Internacional da mulher.
8 de Março dia Internacional da mulher.
Não somente neste dia, nesta semana, neste mês, as mulheres tem que serem homenageadas, pois elas fazem a diferença dia a dia na sociedade.
Nós da CHAPA 2 Oposição Sindical Metalúrgica CTB São Caetano do Sul ,desejamos que as oportunidades das mulheres sejam iguais e também ampliadas e que o respeito a essas grandes batalhadoras não fiquem só em palavras e no papel.
Parabéns e muito obrigado por fazer a diferença na nossa vida!!!..
Nós da CHAPA 2 Oposição Sindical Metalúrgica CTB São Caetano do Sul ,desejamos que as oportunidades das mulheres sejam iguais e também ampliadas e que o respeito a essas grandes batalhadoras não fiquem só em palavras e no papel.
Parabéns e muito obrigado por fazer a diferença na nossa vida!!!..
Oposição Sindical Metalurgica Ctb Scs Grande Plenária
Grande Plenária da vitória, com a presença do Presidente Nacional da CTBAdilson Araujo, o Secretário geral Wagner Gomes, o presidente da Fitmetal Federação Metalurgicos Marcelino da Rocha e o secretário geral Wallace Paz.
Também estiveram presentes dirigentes sindicais de diversos estados da Brasil.
Nosso candidato a presidente Ricardo Cadan reforçou que o momento da mudança é AGORA, esse atual presidente do sindicato está no comando da entidade a 27 anos.
Pedimos o voto e apoio para a CHAPA 2
Também estiveram presentes dirigentes sindicais de diversos estados da Brasil.
Nosso candidato a presidente Ricardo Cadan reforçou que o momento da mudança é AGORA, esse atual presidente do sindicato está no comando da entidade a 27 anos.
Pedimos o voto e apoio para a CHAPA 2
sexta-feira, 6 de março de 2015
Uma GRANDE VITÓRIA dos Trabalhadores
A semana se inicia com ótimas notícias.
Uma GRANDE VITÓRIA dos Trabalhadores, nosso companheiro Cleber Lima DE Oliveira mais conhecido como Zéca, foi reintegrado hoje 2/3/15.
Ele foi demitido injustamente em Julho de 2013,
logo em seguida procurou nossa militância da Oposição Sindical Metalurgica Ctb Scs,
participei de seu processo como testemunha.
São esses fatos que nos animam a cada vez mais lutar pelos trabalhadores.
Nosso candidato a presidente da CHAPA 2 Ricardo Cadan,
também esteve presente, o companheiro Zeca declarou o seu voto e apoio para
CHAPA 2 / OPOSIÇÃO CTB.
com RICARDO CADAN PRESIDENTE.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Trabalhadores tomam as ruas de São Paulo contra a crise da água
Trabalhadores tomam as ruas de São Paulo contra a crise da água
A
crise da água que assola o estado de São Paulo está alcançando
patamares alarmantes, sem que o governo estadual sequer tome uma atitude
responsável. Para denunciar essa postura e a gravidade do problema à
população o Sindicato de Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo
(Sintaema), em parceria com a CTB, promoveu na manhã desta terça-feira
(25) mais um ato de protesto que percorreu as ruas da região central da
cidade.
O
ato que contou com a presença dos dirigentes da CTB, do Sintaema e de
entidades dos movimentos sociais como a Conam e Facesp, reuniu dezenas
de trabalhadores que lotaram a Praça do Patriarca carregando bandeiras,
baixas e banners contra a atitude privatista do governador Geraldo
Alckmin que gera consequências irreversíveis para a população, que desde
o mês de dezembro do ano passado enfrenta racionamento de água nas
periferias da cidade.
“A
crise da água é grave e se não forem tomadas medidas emergenciais o
sistema vai entrar em colapso. Não podemos deixar que isso ocorra porque
água é vida. Por isso pedimos que a população se informe para ter a
real dimensão desse problema”, alertou Nivaldo santa, vice-presidente da
CTB e especialista no tema.
De
acordo com os sindicalistas, o grande responsável por essa crise, que
afeta toda a população, é o governo estadual e não São Pedro. “O governo
não fez os investimentos necessários em busca de recursos hídricos de
outras bacias, na ampliação da armazenagem da agua para o abastecimento
humano em torno da região metropolitana”, defendeu Renê Vicente,
presidente do Sintaema.
Para
ele o governo estadual priorizou a divisão de lucros entre os
acionistas em detrimento do bem estar da população. “No nosso ponto de
vista, o grande responsável pela situação chegar ao estágio em que está,
afetando toda a população, é o governo do estado que prefere garantir o
lucro dos seus acionistas ao invés de levar saneamento e saúde para a
população do estado, a Sabesp. Portanto, os trabalhadores da Sabesp não
têm culpa, são apenas vítimas da postura irresponsável do governo
estadual”.
Opinião
compartilhada por Adilson Araújo, presidente nacional da CTB. “O
governo tenta jogar a culpa nas costas de São Pedro, mas a culpa é do
formato de gestão implantado na Sabesp pelo governo, que joga no colo da
iniciativa privada o patrimônio público. A presidenta Dilma já destinou
3 milhões de reais para resolver o problema que o governador Alckmin
não foi capaz de resolver. Não podemos permitir que o governo Alckmin
use esse patrimônio em beneficio dessa burguesia. Vamos levantar nossa
bandeira e tomar as ruas!”, afirmou o presidente da CTB.
Após
o ato realizado na Praça do Patriarca, o protesto seguiu rumo ao prédio
da Bovespa, onde os manifestantes gritavam palavras de ordem, exigindo
do governo uma soluçaõ para a crise hídrica que assola o estado.
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