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terça-feira, 16 de julho de 2013

Mídia abafa corrupção no Metrô/SP



Por Altamiro Borges

No domingo passado, a Folha de S.Paulo deu capa para um ruidoso e antigo escândalo de corrupção que a mídia tucana evita investigar mais a fundo. Segundo a reportagem, “Empresa alemã Siemens delata cartel de licitações do metrô de SP”. O assunto bombástico, porém, não mereceu qualquer repercussão nos outros jornalões e, na sequência, o próprio diário da famiglia Frias abortou a continuidade da denúncia. A tendência, como sempre, é que a mídia tucana – que adora escandalizar a política, principalmente contra o chamado “lulopetismo” – abafe novamente o caso.

Segundo a matéria, assinada por Catia Seabra, Juliana Sofia e Dimmi Amora, “a multinacional alemã Siemens delatou às autoridades antitruste brasileiras a existência de um cartel - do qual fazia parte - em licitações para compra de equipamento ferroviário, além de construção e manutenção de linhas de trens e metrô em São Paulo e no Distrito Federal. Gigante da engenharia, a empresa já foi condenada em outros países por conduta contra a livre concorrência. A Folha apurou que o esquema delatado pela companhia envolve subsidiárias de multinacionais como a francesa Alstom, a canadense Bombardier, a espanhola CAF e a japonesa Mitsui”.

Através de combinações ilícitas, elas elevavam os preços dos serviços – “entre 10% e 20%, segundo estimativas”. No início deste mês, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) realizou busca e apreensão nas sedes das companhias delatadas. A chamada Operação Linha Cruzada executou mandados judiciais em São Paulo, Diadema, Hortolândia e Brasília. “Segundo as denúncias, o cartel atuou em ao menos seis licitações. Mas ainda não se sabe ao certo o tamanho real, alcance, período em que atuou e o prejuízo causado. Ao entregar o esquema, a Siemens assinou acordo de leniência, que pode garantir à companhia e a seus executivos isenção caso o cartel seja condenado”.

As denúncias contra a Siemens e outras multinacionais são antigas. Elas sempre envolveram negócios bilionários e sinistros com o Metrô paulista, comandado há duas décadas pelos tucanos. Elas inclusive resultaram na troca da direção mundial da Siemens, acusada por pagar propinas a políticos em vários países e por formação de cartel. No caso da investigação em curso, ela envolve pelo menos seis concorrências – como a da construção da Linha 5-Lilás e da extensão da linha 2-Verde do Metrô e da compra de trens pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Diante das graves denúncias, “o governador Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que o governo dará todas as informações e fará investigação própria” – informa a compreensível e “imparcial” Folha. É como se o caso fosse recente e tivesse pegado de surpresa o grão-tucano. A operação abafa - já utilizada nos escândalos da privataria tucana, do aspone Paulo Preto e de tantos outros - está em curso novamente!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Centrais entregam sua pauta de reivindicações ao presidente do Senado   

Representantes da CTB e das demais centrais sindicais se reuniram nesta terça-feira (9) com o presidente do Senado, Renan Calheiros, em Brasília, com o objetivo de expor algumas de suas reivindicações e dialogar no sentido de agilizar o trâmite dessa pauta junto aos parlamentares.
renan centrais
Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, as centrais defenderam junto a Renan Calheiros a necessidade de se derrubar quatro vetos específicos da Presidência da República, referentes ao fim do fator previdenciário, à valorização das aposentadorias acima do salário mínimo, aos recursos mínimos para a Saúde e à aprovação da chamada Emenda 3, que obriga o trabalhador a constituir empresa e se transformar em prestador de serviço para manter o recebimento de salário.

Nesta quarta-feira, o presidente do Senado se reuniria com as lideranças partidárias da Casa para debater esses e outros vetos presidenciais. Na semana passada, Renan cancelou a validade de 1.478 vetos presidenciais de um total de 3.172 que estão pendentes para votação no Legislativo.

“A reunião com o presidente do Senado foi positiva, pois deixamos clara a nossa insatisfação em relação a alguns temas, pois nossa dificuldade também está na tramitação no Congresso e no Senado”, afirmou Wagner Gomes, destacando também que as centrais obtiveram uma importante vitória a respeito do PL da Terceirização. “Temos agora a garantia que o projeto não irá à votação até o final de agosto. Nesse período ainda teremos outras quatro reuniões para aprofundarmos o tema”, completou.

Além dos vetos

Para o secretário de Política Sindical e Relações Institucionais da CTB, Joílson Cardoso, a discussão com o presidente do Senado precisa ir além dos quatro vetos. “Temos que aprofundar nossa pauta, pois temos temas importantes como a PEC do Trabalho Escravo que estão travadas”, afirmou.

Nesse sentido, o dirigente espera que os líderes partidários saibam ouvir a voz da classe trabalhadora. “O desenvolvimento do país só terá sentido se houver distribuição de renda e justiça social. Esperamos que os parlamentares sejam sensíveis à pauta que estará nas ruas nesta quinta-feira em todo o país”, disse.

Portal CTB
Foto: Valcir Araújo
Ato em SP discutirá o monopólio da mídia nesta 5ª feira 

“Quem são os donos da mídia?”. Essa será uma das questões debatidas por diversos representantes de movimentos sociais nesta quinta-feira (11), em São Paulo, a partir das 17h, em frente à sede paulista da Rede Globo.

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Outras questões serão debatidas durante o ato. Confira abaixo alguns dos temas:

Monopólio

O cenário na televisão brasileira é de quase monopólio. Na TV aberta, a Globo controla 73% das verbas publicitárias, embora tenha 43% da audiência. A Globosat participa de 38 canais de TV por assinatura e tem poder de veto na definição dos canais da NET e da SKY, que juntas controlam 80% do mercado. No Rio de Janeiro, o grupo controla os principais jornais, TVs e rádios, situação que seria proibida nos Estados Unidos e em vários países da Europa, onde há regulação democrática da mídia.

Promiscuidade política

Várias das afiliadas da Globo pelo Brasil são controladas por políticos de direita envolvidos em inúmeros escândalos. A família Sarney controla a TV Mirante (Globo) no Maranhão e Fernando Collor controla a Gazeta (Globo) em Alagoas. A Globo construiu seu império a partir da relação promíscua com o regime militar, que lhe garantiu o acesso a toda a estrutura da Telebrás e a expansão nacional do seu sinal.

Corrupção

A corrupção é marca da Globo desde a fundação. Seu crescimento na década de 60 se deu a partir de um acordo técnico ilegal com o grupo Time-Life, que mereceu uma CPI, mas foi abafado. Recentemente, veio à tona uma operação fraudulenta da empresa para sonegar impostos na compra dos direitos de exibição da Copa do Mundo de 2002. Além disso, a empresa vende espaços editoriais para divulgação de filmes e artistas, numa verdadeira grilagem eletrônica que a faz absorver recursos incentivados do cinema nacional.

Manipulação

A emissora opera como um partido político, direcionando o noticiário jornalístico a partir de suas opiniões conservadoras (seu "programa político") e buscando definir a agenda pública a partir de entrevistados que têm visões alinhadas. A mudança na abordagem dos protestos simboliza bem a transição entre a deslegitimação e a tentativa de cooptação a partir de sua própria pauta. Momentos grosseiros de manipulação, como o das diretas já ou a eleição de Collor, ainda existem, mas perdem espaço para uma manipulação mais sutil, sofisticada e cotidiana.

Serviço:
Quinta, dia 11 de julho, às 17 horas
Concentração: Praça General Gentil Falcão
Ao lado da estação Berrini da CPTM (e ao lado da Globo!)

Com informações do Centro da Mídia Independente

"Por que a Globo simboliza os podres da mídia brasileira?"

Globo
Protesto contra a Rede Globo
 
Nesta quinta-feira, 11 de julho, uma mobilização convocada por mais de 80 organizações, movimentos sociais e centrais sindicais tomará novamente as ruas do Brasil pedindo transformações em nosso país. Ao lado de temas como a destinação de 10% do PIB para a edução, melhoria no SUS e garantia de investimentos na saúde, transporte público de qualidade, redução da jornada de trabalho para 40 horas e defesa da reforma agrária, a democratização da mídia também será uma reivindicação central dos manifestantes. Em várias capitais, os protestos terminarão em frente à sede da TV Globo, repetindo e reforçando atos que aconteceram em todo o país na última semana (página do protesto que acontecerá em São Paulo).
Mas por que a Globo como alvo, se a crítica cada vez maior da população acerca do papel dos meios de comunicação de massa aponta para problemas comuns ao conjunto das grandes empresas que controlam a maioria do que se lê, assiste e ouve no Brasil? Porque a Globo é um símbolo. É parte desse problema e uma de suas principais causas. Vale enumerar:
Concentração

O cenário na televisão brasileira é de quase monopólio – algo proibido pela Constituição Federal, mas nunca garantido na prática. Na TV aberta, a Globo controla 73% das verbas publicitárias, embora tenha 43% da audiência. No mercado de TV por assinatura, a Globosat participa de 38 canais e tem poder de veto na definição dos canais da NET e da SKY, que juntas controlam 80% do conjunto de assinantes. Em grandes cidades como o Rio de Janeiro, o grupo controla os principais jornais, TVs e rádios, situação que seria proibida nos Estados Unidos e em vários países da Europa, onde há regulação democrática da mídia anticoncentração.
 
Promiscuidade política

Várias emissoras afiliadas da Globo pelo Brasil são controladas por políticos envolvidos em inúmeros escândalos: no Maranhão, a família Sarney controla a TV Mirante; em Alagoas, Fernando Collor controla a Gazeta; entre outros. É importante lembrar que a Constituição Federal também proíbe, em seu artigo 54, que políticos detentores de cargos eletivos controlem concessionárias de serviço público. Historicamente, as Organizações Globo construíram seu poder econômico e político a partir de estreitos laços com a ditadura militar, que lhe garantiu o acesso a toda a estrutura da Telebrás e a expansão nacional do seu sinal.

Manipulação

A emissora opera politicamente, direcionando o noticiário jornalístico a partir de suas opiniões conservadoras e buscando definir a agenda pública do país a partir de entrevistados que têm visões alinhadas. A mudança que vimos recentemente na abordagem da cobertura dos protestos simboliza bem a transição entre a deslegitimação e a tentativa de cooptação das ruas a partir de sua própria pauta. Momentos grosseiros de manipulação, como a cobertura das Diretas Já ou a edição do debate entre Collor e Lula, que favoreceu a eleição do primeiro, ainda existem, mas perdem espaço para uma manipulação mais sutil, sofisticada e cotidiana – muitas vezes imperceptível para grande parte da população.
 
Corrupção

A recente denúncia de uma operação fraudulenta da Globo para sonegar impostos na compra dos direitos de exibição da Copa do Mundo de 2002 – sobre a qual a população ainda aguarda explicações – não é o primeiro caso de corrupção na história da empresa. Seu crescimento na década de 1960 se deu a partir de um acordo técnico ilegal com o grupo Time-Life, que mereceu uma CPI no Congresso Nacional, mas foi abafado. Além disso, a Globo – como outras emissoras – vende espaços editoriais para divulgação de filmes e artistas, numa conhecida prática de grilagem eletrônica, que termina por absorver recursos públicos incentivados do cinema nacional.
Por estes e outros motivos a Globo simboliza os podres da mídia brasileira. Por este e outros motivos, a democracia brasileira só será consolidada quando os meios de comunicação de massa forem também democratizados; quando os princípios previstos na Constituição para a comunicação social saírem do papel e quando a liberdade de expressão for um direito garantido a todos e todas.
 
Fonte: Intervozes

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Assis Melo considera positiva primeira reunião sobre terceirização

O deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS), que integra a o grupo de trabalho quadripartite para discutir o projeto de lei (PL 4.330), sobre a terceirização da mão de obra, disse que, apesar da contrariedade dos representantes patronais, o colegiado aprovou nesta sexta-feira (5) os principais temas de debate.

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Segundo o deputado, que também é dirigente da Executiva da CTB, venceu a proposta das centrais sindicais, que pretende aprofundar as discussões sobre a igualdade de direitos dos trabalhadores contratados nessa condição de terceirizados, a informação prévia sobre os direitos, as áreas passíveis de trabalho terceirizado, a responsabilidade legal solidária e a penalização do contratante.

Assis avaliou como positiva a reunião, apesar das discordâncias iniciais. O deputado lembrou que é a primeira vez que se constrói um grupo de trabalho quadripartite para aprofundar a questão e isso requer ajustes de procedimentos. “Exatamente pelo ineditismo é que requer uma construção de procedimentos. É importante aproveitar as oportunidades para construirmos uma proposta comum”, afirmou, lembrando que a próxima reunião será na próxima segunda-feira, no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

O grupo foi instalado na última quarta-feira, no Palácio do Planalto, com integrantes do governo federal, dos trabalhadores, do Legislativo e do setor empresarial, com três representantes e três suplentes de cada setor. Seu objetivo é aprofundar as discussões, reduzir divergências e avançar no processo de terceirização proposto pelo projeto de lei.

Como representes dos trabalhadores, compõem o grupo a CTB, CUT, FS, UGT e NCST. A bancada patronal é composta pela CNA, CNI, CNS e CNF.

Além de Assis Melo, representam o Legislativo os deputados Sandro Mabel (autor do projeto), Arthur Maia (relator na CCJ), Ricardo Berzoini e Roberto Santiago.

Assessoria Assis Melo
Foto: Richard Silva

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Assis integrará comissão quadripartite sobre terceirização

O deputado federal Assis Melo (PCdoB-RS) participou na tarde desta quarta-feira em reunião Palácio do Planalto das centrais sindicais com o ministro da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para discutir as pautas da agenda dos trabalhadores.

Assis, que é dirigente da executiva nacional da Central  dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), foi designado para integrar a Comissão Quadripartite – representantes do governo, centrais, empresários e Parlamento – que discutirá a terceirização, um dos temas mais controversos. O grupo será apresentado na manhã de sexta-feira.

Antes da reunião no Planalto, Assis conseguiu aprovar na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP), um requerimento extra para discutir os acidentes de trabalho. Como já havia uma audiência marcada para dia 9 de julho, o deputado conseguiu juntar o seu requerimento 14h30min para colocar o tema em pauta no mesmo dia.

Na CTASP, teve ainda uma discussão sobre o plebiscito proposto pela presidenta Dilma Rousseff para debater a reforma política. O deputado Assis apoiou a ideia. “Se queremos consolidar a democracia, é legitimo fazer esse equilíbrio com o povo e seus representantes. É oportuno e necessário”, acrescentou.

O deputado também registrou na CTASP a atividade da CTB no aeroporto, destacando que apoiava a carta que recebeu. E listou os pontos principais como o fim da o fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais e não à terceirização, entre outros.

Para o Vermelho.
Roberto Carlos Dias


quarta-feira, 3 de julho de 2013

ASSEMBLÉIA DIRECIONADA

AS ASSEMBLÉIAS REALIZADAS HOJE NOS 3 TURNOS, MOSTROU MAIS UMA VEZ O MODO TENDENCIOSO DE FAZER SINDICALISMO DESSA TURMA DA FORÇA SINDICAL, SE É QUE ESSA TURMA FAZ SINDICALISMO, COM A FÁBRICA CHEIA DE VEÍCULOS PRODUZIDOS, E COM O PÁTIO EM S.B.C LOTADO, DEVIDO A MANIFESTAÇÕES NO DIA ANTERIOR.

A TURMA DA FORÇA SINDICAL NUMA TREMENDA CARA DE PAU CONVOCA ASSEMBLÉIA DE MANHÃ E A TARDE FAZENDO OS TRABALHADORES(AS) PERDEREM HORAS DE TRABALHO, ESCUTAREM “LADAINHA” E AINDA MAIS, QUEREM USAR OS TRABALHADORES(AS) COMO MASSA DE MANOBRA NO DIA 11, TIRANDO O FOCO DA PAUTA DAS CENTRAIS E DOS MOVIMENTOS SOCIAIS.

O QUE OS TRABALHADORES(AS) COMENTAM NO CHÃO DE FÁBRICA É QUE ESTE TIRANO/DITADOR “PRESIDENTE” DO SINDICATO ESTÁ QUERENDO USAR ESSA MANIFESTAÇÃO A FAVOR DE SI PRÓPRIO/PARTIDÁRIA/MUNICIPAL .

A RUMORES QUE ELES VÃO QUERER USAR OS TRABALHADORES PARA LEVÁ-LOS ATÉ A CAMARA MUNICIPAL, SERÁ ISSO VERDADE?

A CATEGORIA JÁ ESTA CANSADA DESTA TURMA, NINGUÉM AGUENTA MAIS ESSE PESSOAL, PRECISAMOS NOS UNIR CADA VEZ MAIS, POIS OS DESÁFIOS SERÃO GRANDES.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!!!

CTB, A LUTA É PRA VALER!!!

OPOSIÇÃO SINDICAL

CTB e CES organizam seminário para debater conjuntura internacional
 
  
brics seminarioO Centro de Estudos Sindicais (CES) irá realizar entre os dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo, o seminário “Panorama da Conjuntura Internacional”, atividade que precederá o 3º Congresso Nacional da CTB. Sob o lema “Brics: A luta da classe trabalhadora em todo o mundo”, o encontro pretende reunir cerca de 300 dirigentes sindicais de todo o mundo para atualizar o debate sobre esse tema, tendo em vista a crise internacional que afeta todos os continentes.

O seminário será dividido em quatro mesas, que tratarão dos seguintes temas:

MESA 1 – Análise da crise e seus impactos diferenciados; a situação política e econômica da União Europeia;

MESA 2 – A transição para uma nova ordem mundial, o papel do Brics; Valorização do Trabalho e Soberania Nacional;

MESA 3 – Perspectivas e Desafios de Integração da América latina (CELAC, UNASUL, ALBA) Como os trabalhadores podem intervir neste processo?

MESA 4 – A Luta pelo Socialismo no século 21.

Todas as mesas contarão com exposições de sindicalistas de diferentes regiões do planeta, no sentido de enriquecer o debate e gerar um grande intercâmbio entre todos os participantes.

Inscrições

Segundo os organizadores, os dirigentes sindicais da CTB  que queiram participar do seminário precisam fazer sua inscrição até o próximo dia 12 de julho, impreterivelmente.

Para tanto, será necessário entrar em contato com a Secretaria de Relações Internacionais da CTB, por meio do telefone (11) 3106-0700 – ramal 204 ou pelo e-mail laura@portalctb.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

A programação completa do seminário, com os palestrantes de cada uma das mesas de trabalho, será divulgada em breve pelo Portal CTB. Os organizadores esclarecem que a atividade é aberta apenas para os dirigentes da Central e convidados internacionais já contatados.

Portal CTB