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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Governo Brasileiro reforça cerco a produto importado


O cerco do governo aos produtos importados suspeitos de práticas desleais de competição, cada vez mais intenso no governo Dilma Rousseff, ganhará um reforço a partir do mês que vem.

Para agilizar a análise das reclamações crescentes da indústria nacional, a equipe do governo ganhará 90 investigadores de defesa comercial a partir de março. Eles se somarão aos 30 técnicos atuais.
O país já é líder na abertura de processos antidumping e foi apontado como um dos principais responsáveis pelo crescimento dos casos globais no último relatório da OMC (Organização Mundial do Comércio), de 2012.Antidumping é o nome da medida de proteção a setores produtivos afetados quando um item chega a um país por um preço inferior ao valor normal praticado em seu mercado de origem.

Um exemplo de investigação recente é o caso dos talhares chineses. O valor normal encontrado par o produto era de US$ 26,3 o quilo, mas, no Brasil, os chineses cobravam US$ 6,6. Após reclamação da indústria nacional, o talher estrangeiro paga tarifa de US$ 19,7 o quilo.

O aperto do governo não se restringe à chegada de servidores. Um novo marco regulatório de defesa comercial está praticamente pronto e deve ser publicado em breve.

A principal mudança é o encurtamento no prazo das etapas, para reduzir o período de investigação dos processos de 15 para dez meses.

Também passará a ser compulsória uma avaliação preliminar que, em caso positivo, permite que o setor afetado receba proteção provisória --com aplicação de sobrepreço-- antes mesmo do encerramento do processo.

Usada em poucos casos hoje, essa avaliação preliminar deverá ser feita em até quatro meses, ante os nove atuais.

 Urgência

"Uma medida de defesa, quando cabível, é urgente. A indústria está sendo prejudicada em razão de algo desleal e não convém que o prejuízo se agrave devido à demora", diz a secretária de Comércio Exterior, Tatiana Prazeres.

O novo marco esclarece um outro benefício, o direito retroativo, que, segundo a secretária, nunca chegou a ser usado, embora seja previsto de maneira genérica.

Como o instrumento prevê cobertura para três meses antes da concessão do direito provisório, deixa apenas um mês de todo o processo sem benefício algum.

Embora enfatize que o principal objetivo do reforço é a redução dos prazos, Prazeres admite uma provável elevação de abertura de processos como resultado da maior agilidade no trâmite.

Com quadro maior de servidores, diz, será possível dedicar mais tempo a outras tarefas, como a fiscalização de irregularidades no cumprimento das medidas.

Outra justificativa para o reforço é a complexidade dos casos. Em um processo, por exemplo, havia 1.650 partes interessadas e em outro eram mais de 30 mil páginas.

Os processos abrangem produtos que vão do alho a armações de óculos, passando por matéria-prima para a produção nacional.

Em 2012, o Brasil abriu 63 processos, o maior número da história, reflexo dos 105 pedidos entregues em 2011. Os setores siderúrgico e químico lideraram.

Fonte: Folha de S. Paulo
Receita deve divulgar regras para declaração do IR 2013 na próxima semana
 
A Receita Federal espera divulgar no início da próxima semana, provavelmente na segunda-feira (18), a instrução normativa referente à entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2013
Segundo o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, não haverá grandes alterações nos procedimentos este ano. Para o contribuinte que pretende fazer simulações sobre os valores dos rendimentos tributáveis e as deduções, a Receita já disponibiliza uma ferramenta online.

Para os contribuintes que esperam receber a restituição nos primeiros lotes, é importante enviar as informações na abertura do prazo, que começa no dia 1º de março e vai até 30 de abril. Têm prioridade na restituição os contribuintes com mais de 60 anos, beneficiados com o Estatuto do Idoso.

As fontes pagadoras são obrigadas a enviar à Receita Federal o valor do imposto de renda retido na fonte, dos rendimentos pago ou creditados em 2012 para seus beneficiários até o dia 28 de fevereiro. As informações serão cruzadas com a declaração do imposto de renda das pessoas físicas. Também nesta data os empregados devem receber o documento com os rendimentos para que possam preencher a declaração. Segundo Joaquim Adir, caso o empregado não receba o documento, deve procurar o setor responsável na empresa em que trabalha.

Para saber se deve optar pela declaração simplificada ou pela completa, o contribuinte deve preencher o programa gerador da declaração, aconselha o supervisor nacional do Imposto de Renda. “Depois, o próprio programa informa a ele o valor do imposto se ele optar pelo desconto simplificado ou não [declaração completa]”, destacou.

Adir explicou também que o desconto simplificado substitui as deduções, como educação e saúde, por exemplo, e o contribuinte fica dispensado de apresentar os documentos que comprovem esses gastos. Um projeto da Receita Federal pretende eliminar a declaração nesses casos até o ano que vem.

Para quem resolver fazer a declaração completa, Joaquim Adir aconselha a separar todos os recibos médicos, despesas com educação e dados de todos os dependentes, inclusive, os do cônjuge.

No caso de dependentes com rendimentos, os valores precisam ser informados também na declaração. O supervisor lembra que, nesses casos, o contribuinte deve avaliar se não é melhor que o dependente declare em separado.

Perguntado sobre dicas para evitar a malha fina, Joaquim Adir disse, bem-humorado, que basta o contribuinte informar todos os dados corretamente na declaração. “O conselho é esse. Ele não deve esquecer de informar também os rendimentos dos dependentes, por exemplo, que é uma situação que acaba esquecendo. Devem constar [na declaração] todo tipo de rendimento, incluindo aluguéis. Todos os dados de ganhos, inclusive os eventuais”, destacou.

Outra forma de evitar a malha fina é regularizar a situação assim que a declaração tenha sido processada e liberada para consulta, por meio de acesso ao extrato da declaração do Imposto de Renda disponível no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). É necessário usar o código de acesso gerado na própria página da Receita, mediante a inclusão do número do recibo das duas últimas declarações, ou com o uso do certificado digital emitido por autoridade habilitada.

Caso o contribuinte encontre algum erro, a regularização poderá ser feita, na maioria dos casos, por meio do próprio e-CAC, sem necessidade de o contribuinte se dirigir a uma unidade da Receita Federal.

Fonte: EBC
Montadoras querem internet em todos os carros até 2014

Especialistas em tecnologia apontam que o carro é a nova fronteira para tecnologias de acesso móvel à internet, que prometem revolucionar a forma como as pessoas dirigem seus veículos.

O primeiro sinal dessa revolução deve ser a proliferação de aplicativos no painel dos carros. Com apenas um toque, será possível encontra um lugar para estacionar, ou um restaurante para jantar.
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Segundo a consultoria Machina Research, em 2020 apenas as tecnologias para fazer a vida dos motoristas mais fácil será equivalente a 20% do valor de um veículo. Isso significa um mercado de US$ 600 bilhões (cerca de R$ 1,2 trilhão).

"Até o fim de 2014, todos os veículos de algumas das grandes marcas irão oferecer algum tipo de conectividade", acredita Jack Bergquist da consultoria IHS.

"A Ford já declarou que está vendendo mais carros assim", disse Bergquist. "Mais de 50% dos consumidores estariam inclinados a ter um carro com internet."
Negócio lucrativo

Segundo a fabricante de processadores Intel, as tecnologias para os “carros conectados” estão logo atrás das tecnologias para tablets e smartphones entre as que mais se desenvolvem atualmente.

Aplicativos que mostram os postos de gasolina mais próximos e comparam os preços já estão no mercado.

Mas tudo isso ainda custa caro. Um aplicativo para encontrar estacionamento, por exemplo, precisa de sensores eletrônicos e imagens aéreas.

A Intel já anunciou investimentos de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 200 milhões) nos próximos cinco anos em empresas parceiras que possam oferecer soluções criativas para os carros conectados.

"Se você olhar para o custo de desenvolvimento de um novo modelo, algumas companhias já estão dedicando um terço de seu orçamento para o painel do veículo e para o sistema de tecnologia", disse.

Especialistas temem aumento de acidentes, mas também de invasão virtual dos sistemas inteligentes

Com tanta coisa para buscar, tocar e se distrair, os motoristas não estariam correndo mais riscos de acidente? Até que tenhamos nas ruas carros que dirigem sozinho, os especialistas acham que sim.

"Você pode se empolgar com a experiência e esquecer que está dirigindo. Melhor, mais rápido e mais barato é o que os consumidores querem, mas com segurança", diz John Ellis, especialista em tecnologia da Ford.

Segundo o National Safety Council dos Estados Unidos, um quarto dos acidentes do país ocorrem quando os motoristas usam celular enquanto estão dirigindo.

Mas os novos carros também devem estar mais preparados para situações de perigo. Em alguns veículos, sensores poderão acionar uma chamada de emergência em caso de acidente.
Hackers

Além de gerar o temor de mais acidentes, a evolução das tecnologias de conectividade à internet em veículos sugere a possibilidade de ataques virtuais contra os motoristas.

Dessa forma, o carro estaria vulnerável a hackers como os computadores. Um veículo poderia, por exemplo, ter a porta destravada e ser ligado, sem que ninguém o tocasse.

"Teoricamente, o ataque virtual é possível, mas as montadoras já estão cientes do risco e se preparando para isso", disse John Leech, da consultoria KPMG.

Os modelos da Ford, por exemplo, separam fisicamente os aplicativos de partes cruciais para o funcionamento do veículo.
Apple e Facebook

Não são apenas as montadoras quem estão de olho no mercado dos carros inteligentes.

"Eu suspeito que serão empresas como a Apple ou o Facebook que irão desafiar com sucesso as montadoras", diz Leech.

"A Apple já tem uma equipe muito significativa pensando como os produtos da Apple podem ser usados em um carro. Se eu estivesse apostando, seria lá que colocaria meu dinheiro", disse.

Parece ser apenas uma questão de tempo até que os carros inteligentes compitam lado a lado com celulares e tablets na indústria da tecnologia.

Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Brasil estuda criar programa de reciclagem de veículos

O governo brasileiro estuda a criação de um programa de reciclagem de veículos. A proposta é da Fenabrave (federação das concessionárias), que analisa os modelos usados em outros países em discussão na convenção anual da NADA (associação dos concessionários dos EUA), que acontece nesta semana em Orlando.

"Estamos conversando com o poder público para que criem regras e um sistema de reciclagem veicular. Somos o quarto maior mercado do mundo e não temos uma legislação e um programa que indique o que será feito com o carro velho", diz Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave.


Além dos benefícios ambientais, interessa à Fenabrave uma medida de incentivo à renovação da frota, pois isso levaria a uma alta nas vendas de carros novos.

"Aquece o mercado de novos e o de usados. Os ganhos são inúmeros, incluindo a redução da poluição, aumento da segurança no trânsito e a geração de renda com a contratação de pessoas e a compra de máquinas para o processo", defende Meneghetti.

Frota velha

A frota nacional de carros tem idade média de 12 anos. Ao contrário de alguns países, no Brasil, quanto mais antigo é o carro, mais benefícios governamentais ele têm, como a isenção de impostos como o IPVA.

Já a situação dos caminhões é ainda mais preocupante, segundo Alarico Assumpção, vice-presidente da Fenabrave e especialista no mercado de pesados. A idade média da frota é de 14 anos.

"Há caminhões com mais de 40 anos ainda ´trabalhando´. "São veículos em situação precária e perigosa", aponta Assumpção.

A criação de leis que regulamentaram a reciclagem na Argentina, por exemplo, permitiu a implantação de um programa do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) do país. A iniciativa reduziu o furto e o roubo de veículos na região da grande Bueno Aires em 70%.

No Europa, a legislação sobre o tema está mais avançada e há unidades para o tratamento dos carros fora de uso em países como a Espanha.

Fonte: Folha de S. Paulo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Carros elétricos entrarão nos dados de emplacamento

A partir de janeiro, a Anfavea, associação que reúne as fabricantes de veículos, incluirá uma nova categoria nos resultados de licenciamento, a de veículos elétricos, que na denominação utilizada no Renavam/Denatran, inclui as versões elétrico/fonte externa (modelos plug-in, cujas baterias são abastecidas por meio de tomadas elétricas), elétrico/fonte interna e o híbrido, que combinam motores a combustão e motores elétricos.

Em janeiro deste ano a entidade já contabilizou a venda de 45 unidades desses veículos. Vale lembrar que o mercado nacional conta com três modelos que se encaixam nessa categoria, o Ford Fusion Hybrid, que chegou por aqui no início de 2011, o também híbrido Toyota Prius, cujas vendas começaram no mês passado (leia aqui), e o elétrico Nissan Leaf, vendido até agora somente para frotas de táxis da capital paulista.

A experiência de elétricos no Brasil ainda é tímida: segundo a Anfavea, no ano passado foram emplacados 117 veículos elétricos ou híbridos. Parte dessa frota é formada por modelos puramente elétricos, caso do Nissan Leaf, que tem dez unidades rodando na capital paulista em um projeto de táxis elétricos, mas este modelo ainda não está disponível para vendas ao público. A Toyota também integra o programa de táxis elétricos de São Paulo e entregou 20 unidades do modelo Prius à cidade.

Fonte: Automotive Business

Mercado automotivo pode chegar às 4 milhões de unidade em 2013, diz Anfavea


Os resultados do setor automotivo brasileiro apurados em janeiro reafirmaram o cenário positivo projetado pela Anfavea para 2013. Na quarta-feira, 6, em São Paulo, Cledorvino Belini, presidente da associação, afirmou que o início do ano aponta clima favorável e que as projeções de crescimento do PIB, aliadas a investimentos que estão sendo anunciados para o País, criam condições necessárias para que o setor alcance os volumes previstos no mercado interno – podendo, inclusive, superá-los levemente.

Belini afirmou acreditar que o primeiro trimestre será de bons resultados, e indicou que “o grande desafio da indústria automotiva brasileira em 2013 será o de superar as 4 milhões de unidades comercializadas” – a projeção oficial da Anfavea aponta de 3 milhões 930 mil a 3 milhões 970 mil veículos vendidos no total deste ano.

De acordo com os dados da Anfavea as vendas de veículos em janeiro foram as melhores para o mês, totalizando 311,5 mil unidades: 16,1% acima do volume de igual mês do ano passado, mas 13,3% de queda na comparação com dezembro de 2012, explicada pela tradicional movimentação sazonal do período.

Com 22 dias úteis, janeiro registrou média diária de 14 mil 157 unidades, também 16% de aumento ante janeiro do ano passado, vez que ambos tiveram o mesmo número de dias de vendas. Já na comparação com dezembro a média diária caiu 25%, reflexo natural de incentivos no último bimestre do ano como décimo-terceiro salário. “O importante é que janeiro teve um movimento de loja muito bom”, confirmou Belini.

Em janeiro os estoques somaram 298 mil veículos, suficientes para 29 dias de vendas. Deste total 238 mil unidades estavam nos pátios das concessionárias, equivalente a 23 dias, e 60 mil nas fabricantes, seis dias. Em dezembro o estoque total fechou em 24 dias.

As vendas anualizadas, de fevereiro de 2012 a janeiro de 2013, somam 3 milhões 845 mil unidades, 5% acima do volume do período imediatamente anterior.

Neste ano o feriado prolongado do carnaval acontecerá na primeira quinzena de fevereiro, o que não distorcerá a análise do desempenho de mercado nem para o mês nem para o acumulado, já que em 2012 o feriado aconteceu também em fevereiro, porém na segunda quinzena. Em 2011, o carnaval aconteceu em março.

Fonte: Auto Data

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Artistas e intelectuais do mundo lançam manifesto pró Correa


A Rede de Intelectuais, Artistas e Lutadores Sociais em Defesa da Humanidade divulga um manifesto em apoio à Revolução Cidadã e ao presidente do Equador, Rafael Correa, que concorre à reeleição no pleito que será realizado no próximo dia 17. O Equador vem passando por um processo de transformações sociais, políticas e econômicas com a chamada Revolução Cidadã, também apoiada pelo coletivo


Reuters/Guillermo Granja
Rafael CorreaRafael Correa durante comício no país
Veja a íntegra do manifesto:

Neste 17 de Fevereiro de 2013, teremos eleições para Presidência no Equador. Nós, lutadores pela paz, igualdade e emancipação dos povos, nos sentimos obrigados a expressar nosso apoio a Rafael Correa Delgado e à Revolução Cidadã, processo democrático que não somente materializa–se pela primeira vez história equatoriana um verdadeiro projeto de justiça social para maiorias historicamente marginadas, mas também tem sido uma força fundamental na concretização do projeto histórico da Pátria Grande, junto a Fidel, Hugo Chávez, Evo Morales, Cristina Kirchner, Lula, Dilma Rousseff, entre outros líderes latino-americanos.

O neoliberalismo e as oligarquias nacionais, que dominaram o longo e sofrido Século 20, nos quiseram fazer crer que não haveria mais história, e que a única ordem possível era a do mercado seu controle hegemónico por parte do império e seus grupos de poder. Não contavam com o despertar dos povos preteridos que começaram a se levantar com força de cada uma de suas expressões culturais concretas, para mostrar–lhes que a historia está precisamente na luta pela construção de um mundo mais democrático, justo, solidário no qual se reconheçam as diferencias com igualdade, e que agora são os povos quem a escreve.

Neruda dizia, em seu Canto a Bolívar: “Desperto a cada cem anos, quando o povo desperta”.

Vários são os perigos e desafios que tiveram que enfrentar os processos progressistas da América Latina, e o caso equatoriano não é uma exceção. Atacada permanentemente pelo poder financeiro e midiático de enormes meios corporativos de informação que coordenam suas ações ofensivas em nível hemisférico e inclusive seriamente ameaçada em 2010 na tentativa de golpe de estado, a Revolução Cidadã vem desmontando os mecanismos de dominação que sustentam o status quo e tem propiciado enormes transformações sociais, democráticas e integracionistas.

Por isso, todos que compartilhamos estes sonhos de emancipação, justiça e unidade, conscientes de que só a união dos esforços e a integração das mais variadas formas que a esquerda encontra para se expressar em cada situação concreta nos levará a tornar realidade o sonho de outro mundo possível, manifestamos nosso decidido apoio a Rafael Correa Delgado, indiscutível líder do Equador, e que no próximo dia 17 de fevereiro será eleito pelo seu povo para continuar e radicalizar a Revolução Cidadã.

Rede de Intelectuais, Artistas e Lutadores Sociais em Defesa da Humanidade

Da Redação do Vermelho

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Confirmado: janeiro foi o melhor mês da indústria automotiva
 

– Com estoque faturado e desconto integral, setor vende 296 mil unidades no primeiro mês do ano.

O grande estoque de carros nos pátios das montadoras e da rede de concessionárias no fechamento do ano garantiu o melhor janeiro da história para as vendas no setor automobilístico, com vendas de 296.816 carros e comerciais leves, conforme números do Renavam.

O ano de 2013 começou com mais de 300 mil unidades faturadas em 2012, isto é, com o desconto total do IPI, o que estimulou o consumidor a ir às compras. O crescimento em relação a janeiro do ano passado (que tinha sido o melhor da história com 252.692 unidades) foi de 17%.
A Fiat começa o ano anotando uma diferença de quase três pontos percentuais sobre a Volkswagen, segunda colocada: tem 23,7%, contra 20,5 da alemã. A GM ficou em terceiro lugar com 17,8% e a Ford em quarto, com 9,1%. Renault, Hyundai, Toyota, Honda, Nissan e Citroën completam a lista das dez marcas mais vendidas este ano.

Class.
Marca
Unidades
%
Fiat
70.621
23,79
VW
60.895
20,52
GM
53.031
17,87
Ford
27.204
9,17
Renault
17.228
5,8
Hyundai
14.544
4,9
Toyota
11.925
4,02
Honda
7.498
2,53
Nissan
7.454
2,51
10º
Citroën
6.104

2,06
   
Fonte: UOLcarros